| Processo: | 18/04254-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Miriam Galvonas Jasiulionis |
| Beneficiário: | Guilherme Cavalcante Pessoa |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Epigênese genética Melanoma Células tumorais Progressão tumoral Histonas Proteômica In vivo Marcadores prognósticos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | epigenética | histonas | melanoma | proteômica | Epigenética |
Resumo O melanoma cutâneo, resultante da transformação maligna de melanócitos, é o tipo mais agressivo dos tumores de pele cuja incidência vem aumentando em todo o mundo. Tem sido demonstrado que alterações em marcas epigenéticas estão envolvidas em seu desenvolvimento e progressão tumoral. Dentre os mecanismos epigenéticos estão as modificações pós-traducionais (MPTs) em histonas. Em nucleossomos, o DNA encontra-se associado a histonas e as MPTs que estas proteínas carregam interferem não apenas nesta associação, mas também no recrutamento de complexos repressores ou ativadores da transcrição, e de proteínas envolvidas no reparo e na replicação do DNA. Apesar de consideravelmente menos estudado que alterações na metilação do DNA, alterações em MPTs de histonas, assim como na expressão e/ou atividade de enzimas responsáveis pelo estabelecimento e remoção destas marcas, estão presentes em células tumorais. Entretanto, o conhecimento sobre o papel das diferentes MPTs em histonas no desenvolvimento e na progressão tumoral ainda é escasso. Por isso, utilizaremos análise proteômica quantitativa para investigar os perfis de marcas em histonas de uma forma mais global em linhagens celulares que correspondem a etapas distintas da gênese e progressão do melanoma. Subsequentemente, baseado em dados já disponíveis em nosso laboratório de sequenciamento de RNA das mesmas linhagens celulares, identificaremos enzimas modificadoras de histonas com expressão alterada e que poderiam estar envolvidas no conteúdo alterado das marcas de histonas identificadas pela análise proteômica. O perfil de expressão destas enzimas será validado, assim como o impacto de sua inibição em características de células tumorais, como proliferação, migração, invasão e formação de tumores in vivo. Este estudo poderá contribuir com o conhecimento acerca do papel de MPTs em histonas na gênese e progressão do melanoma e, além disso, tem o potencial de resultar na identificação de marcadores prognósticos para o melanoma. | |
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