| Processo: | 18/06269-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2021 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica |
| Pesquisador responsável: | Giovana Tardin Torrezan |
| Beneficiário: | Giovana Tardin Torrezan |
| Instituição Sede: | A C Camargo Cancer Center. Fundação Antonio Prudente (FAP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Diogo Cordeiro de Queiroz Soares ; Dirce Maria Carraro ; Maria Nirvana da Cruz Formiga ; Mariana Petaccia de Macêdo |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 20/00870-9 - Alterações genômicas em tumores sólidos pediátricos e de início precoce, AP.R SPRINT |
| Assunto(s): | Sequenciamento de nova geração Oncogenética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Genética e genômica do câncer | mutações germinativas | sequenciamento de nova geração | Síndromes de Predisposição ao Câncer | tumores pediátricos | tumores raros | Oncogenética |
Resumo
Os avanços recentes na genômica permitiram o reconhecimento de quase uma centena de novos genes de predisposição ao câncer. Embora o estudo molecular destes genes esteja atualmente bem estabelecido para os tumores hereditários mais comuns, há uma série de tumores raros (incidência anual <6 a cada 100.000 indivíduos) que estão altamente associados a síndromes de câncer hereditário conhecidas, mas são frequentemente negligenciados devido à sua baixa frequência no espectro de tumores dessas síndromes. A identificação das causas genéticas dos tumores raros pediátricos e adultos é importante para a definição de melhores protocolos para rastreamento do paciente, acompanhamento clínico e aconselhamento genético familiar. Além disso, o conhecimento das bases moleculares da tumorigênese nesses tumores contribui para a compreensão de diferentes vias e processos celulares envolvidos na transformação celular e pode tornar-se relevante para a definição de novas terapias. Assim, o presente estudo tem como primeiro objetivo definir a frequência de variantes germinativas patogênicas em genes conhecidos de predisposição ao câncer em crianças, adolescentes e adultos jovens (<40 anos) com tumores raros. Para isso, iremos avaliar as regiões codificantes de 106 genes conhecidos de penetrância alta a moderada para tumores hereditários, utilizando sequenciamento de nova geração. Ainda, selecionaremos um grupo de pacientes sem alterações germinativas provavelmente patogênicas no qual utilizaremos abordagens genômicas combinadas (sequenciamento de exoma germinativo e tumoral e análise de transcriptoma do tumor) para buscar novas causas genéticas e vias biológicas associadas ao desenvolvimento desses tumores. Com este trabalho, esperamos contribuir para a definição de estratégias de triagem genética mais eficazes e adequadas para a população brasileira com tumores raros e para a tradução de conhecimentos genéticos complexos em melhores cuidados clínicos. (AU)
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