| Processo: | 18/10990-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de janeiro de 2022 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Imunologia - Imunologia Aplicada |
| Acordo de Cooperação: | Research Foundation - Flanders (FWO) |
| Pesquisador responsável: | Rafael Elias Marques Pereira Silva |
| Beneficiário: | Rafael Elias Marques Pereira Silva |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Assunto(s): | Modelos animais Inflamação Sepse |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Animal models | chemokines | inflammation | Louis Encephalitis | Post-translational modifications | Sepsis | St | Chemokines |
Resumo
A inflamação é um processo integral à defesa do organismo contra infecções virais e bacterianas, cuja regulação necessita precisão. De fato, uma resposta imunológica insuficiente pode falhar em eliminar patógenos do corpo, enquanto uma resposta excessiva ou incapaz de auto regulação pode levar a dano tecidual ao invés de proteção. Quimiocinas são moléculas essenciais ao processo inflamatório e são reguladas por diferentes mecanismos, tais como a expressão gênica das próprias quimiocinas e seus receptores, modificações pós-traducionais e interação com glicosaminoglicanas (GAGs). Ensaios de imunodetecção quantificam a totalidade de uma quimiocina em uma amostra biológica sem discriminar entre as várias modificações pós-traducionais atribuídas à mesma, sendo que tais modificações levam à alterações de função biológica e afinidade a receptores. Ainda, apesar das evidências experimentais in vitro indicarem a importância da interação de quimiocinas com GAGs, pouco se sabe sobre o papel desta interação in vivo, por exemplo em infecções. Com esta proposta, nós gostaríamos de integrar as especialidades complementares de nossos grupos de pesquisa em Leuven, Campinas e Ribeirão Preto para avançar no entendimento do papel das quimiocinas em infecções virais e bacterianas graves, usando encefalite viral e sepse como modelos, respectivamente. Nós focaremos na identificação e caracterização biológica de modificações pós-traducionais em quimiocinas e no papel destas e da interação de quimiocinas com GAGs em cada modelo de infecção. De maneira geral, esperamos que modular modificações pós-traducionais em quimiocinas e sua interação com GAGs levem à alterações significativas no processo inflamatório e no desenvolvimento da infecção/ doença. Por fim, esperamos que o conhecimento gerado na continuidade desta interação internacional aprimore nosso entendimento da resposta imunológica a infecções graves e resulte em novas estratégias terapêuticas e alvos moleculares. (AU)
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