| Processo: | 22/02278-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 01 de março de 2027 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia |
| Pesquisador responsável: | Rafael Elias Marques Pereira Silva |
| Beneficiário: | Alexandre Borin Pereira |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/16611-0 - Estudo da migração de células imunes inatas em um modelo de zebrafish infectado com Orthobunyavirus oropoucheense, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Antivirais Arbovirus Virologia Vírus Oropouche |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | antivirais | Arbovírus | Virologia | Vírus Oropouche | Virologia |
Resumo Oropouche orthobunyavirus (OROV) é o agente causador da Febre do Oropouche, presente majoritariamente na região amazônica e na América Central. Assim como outras arboviroses, a doença provoca um quadro clínico de febre, mialgia, dores no corpo e cabeça. OROV já acometeu mais de meio milhão de pessoas nos últimos 50 anos no Brasil. Apesar disso, não existe nenhum tipo de vacina ou tratamento específico para essa doença. Em razão disso, a utilização da estratégia de reposicionamento contra a Febre do Oropouche demonstra-se como uma alternativa rápida e barata para a identificação de possíveis candidatos para o tratamento desta doença negligenciada. O reposicionamento de fármacos já foi utilizado pela indústria para encontrar novos usos para compostos como o sildenafil, e foi amplamente utilizado durante a pandemia de COVID-19 com a aprovação do remdesivir pela FDA. Como resultados preliminares, estabelecemos um estoque de OROV em nosso laboratório, e determinamos os pontos de coleta entre 24h e 48h pós infecção em células Vero. Padronizamos as Multiplicidades de Infecção (MOI) para infecção e testes antivirais; e já realizamos ensaios preliminares de seleção de compostos de reposicionamento com atividade citoprotetora também em células Vero. A partir dos resultados, iniciamos ensaios preliminares de validação da atividade antiviral com 6 compostos. Ademais, iniciamos a padronização da infecção por OROV em camundongo imunodeficiente Ifnar-/- a fim de viabilizar o teste das drogas. também está sendo estabelecida com uma curva de letalidade em relação a carga viral e tempo de sobrevida. Em conclusão, este projeto de doutorado visa selecionar compostos com atividade antiviral contra OROV utilizando diferentes linhagens celulares, e validar os resultados em um modelo in vivo. | |
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