| Processo: | 23/16611-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2024 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia |
| Pesquisador responsável: | Rafael Elias Marques Pereira Silva |
| Beneficiário: | Alexandre Borin Pereira |
| Supervisor: | Joana Duarte da Rocha Pereira |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Leuven, Leuven (KU Leuven), Bélgica |
| Vinculado à bolsa: | 22/02278-5 - Seleção de compostos através de reposicionamento de fármacos e caracterização da atividade antiviral contra oropouche orthobunyavirus, BP.DR |
| Assunto(s): | Arbovirus Imageamento por fluorescência Imunidade inata Modelos animais Peixe-zebra Virologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Arbovírus | Imageamento por Fluorescência | imunidade inata | Modelo Animal | Orthobunyavirus oropoucheense | Zebrafish | Virologia |
Resumo Orthobunyavirus oropoucheense (OROV) é o agente responsável pela febre Oropouche, que causou diversos surtos e afetou mais de meio milhão de pessoas na América Latina desde sua descoberta em Trinidad e Tobago em 1955. OROV é classificado como um vírus do gênero Orthobunyavirus, que engloba membros de importância médica e veterinária, como Schmallenberg, Akabane e Bunyamwera orthobunyavirus. Estes vírus são conhecidos como vírus transmitidos por artrópodes (ou arbovírus), e representam uma preocupação crescente devido às alterações climáticas e à transmissão potencial causada pela crescente distribuição desses vetores. A compreensão das interações entre o orthobunyavirus e as células hospedeiras permanece incompleta, o que causa uma compreensão limitada de sua imunopatologia e dos fatores que levam ao aparecimento dos sintomas vivenciados pelos pacientes. Portanto, pretendemos através deste projeto elucidar a dinâmica entre o OROV e a resposta imune inata do hospedeiro utilizando larvas de zebrafish (Danio rerio) como modelo. O zebrafish oferece vantagens em relação a outros modelos animais no estudo de doenças infecciosas por possuir embriões transparentes, um número diversificado de linhagens transgênicas e homologia genômica compartilhada com humanos, o que fornece uma gama de ferramentas para estudar imunopatogênese. Ademais, as larvas de zebrafish não possuem um sistema imunológico adaptativo nas primeiras 6 semanas após a fertilização, o que permite uma investigação focada na resposta imune inata. Dessa forma, nosso objetivo é compreender a migração e recrutamento de macrófagos e neutrófilos para o Sistema Nervoso Central de zebrafish durante a infecção por OROV, pois, apesar da importância médica, não existe vacina ou tratamento específico para a infecção por Orthobunyavirus, e estudos sobre a dinâmica hospedeiro-patógeno podem revelar insights sobre infecções virais e respostas imunes inatas ao longo do curso da infecção, contribuindo para o desenvolvimento de estratégias para o tratamento ou profilaxia da febre Oropouche. | |
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