| Processo: | 19/06459-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Microbiologia Aplicada |
| Pesquisador responsável: | Rafael Elias Marques Pereira Silva |
| Beneficiário: | Alexandre Borin Pereira |
| Instituição Sede: | Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Virologia Viroses Vírus Oropouche Arbovirus Febre de Oropouche Reposicionamento de fármacos Cultura de células |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cell culture-based assay | Emerging viral diseases | Febre do Oropouche | High-Throughput Screening | Oropouche virus | Reposicionamento de fármacos | Virologia |
Resumo Oropouche vírus (OROV) é um arbovírus presente na região amazônica e América Central. A Febre do Oropouche já atingiu mais de meio milhão de pessoas nos últimos 50 anos, provocando febre, dores no corpo, na cabeça e mialgia. Assim como outras arboviroses, muitos casos não são diagnosticados corretamente e não há tratamento específico para a doença. A utilização de ensaios de alta performance (HTS) para triagem de compostos, e o reposicionamento de fármacos já aprovados para uso humano, tem se demonstrado como uma alternativa para descoberta e desenvolvimento de novos tratamentos, em detrimento dos altos custos e demora no descobrimento e aprovação de novos fármacos. O presente trabalho busca estabelecer e otimizar um ensaio de HTS para ensaios fenotípicos in vitro de células VERO infectadas por OROV, e selecionar fármacos com potencial capacidade protetora contra a infecção. Resultados preliminares: Foi produzido um estoque de OROV a partir da cepa original BeAn 19991 para realização de um ensaio piloto de alta performance (high-throughput screening). Neste ensaio foram triados aproximadamente 1000 fármacos aprovados para uso humano da biblioteca do National Institute of Health (NIH-NCC). Destes, 2% dos compostos triados apresentaram capacidade de reduzir em pelo menos 50% a morte de células infectadas por OROV. (AU) | |
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