| Processo: | 18/12265-2 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2018 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Maria Lucia Cardillo Corrêa Giannella |
| Beneficiário: | Daniele Pereira dos Santos Bezerra |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 16/15603-0 - Desvendando mecanismos envolvidos no controle glicêmico e nas complicações crônicas do Diabetes mellitus: contribuições à saúde humana, AP.TEM |
| Assunto(s): | Endocrinologia Glicose Sistema nervoso central Diabetes mellitus Doença de Alzheimer Obesidade Marcadores inflamatórios Proteínas facilitadoras de transporte de glucose Proteínas carreadoras de solutos Modelos animais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | diabetes | Glut2 | Hipocampo | Hipotálamo | Inflamação | Sglt1 | Endocrinologia |
Resumo Estudos epidemiológicos revelam que o Diabetes mellitus e a Obesidade são fatores de risco para a gênese e progressão da Doença de Alzheimer. Na última década, estudos evidenciaram a existência de resistência à ação da insulina em regiões do cérebro de pacientes portadores da Doença de Alzheimer (AD), sugerindo que um prejuízo no aporte de glicose às células neuronais possa ser elemento chave no desencadeamento e progressão da neurodegeneração na AD. Em regiões frequentemente comprometidas na AD, como hipocampo, núcleo caudado e cerebelo, já foi sugerida a presença dos transportadores de glicose GLUT4 e SGLT1, codificados pelos genes SLC2A4 e SLC5A1, cuja expressão já foi vista alterada em tecidos periféricos de portadores de resistência à insulina e/ou Diabetes. Ainda, o GLUT2, codificado pelo gene SLC2A2, se expressa em regiões desprovidas de barreira hematoencefálica, como no hipotálamo, e também já foi relacionado à etiopatogenia da AD. Ainda, estudos recentes sugerem que mecanismos epigenéticos possam regular a transcrição de genes importantes na fisiopatologia da AD; e já demonstramos alterações epigenéticas no gene SLC2A4 em músculo de ratos de diabéticos, mas nada se conhece sobre isso no cérebro. Assim, o foco do presente projeto é investigar, em áreas centrais de cérebros (obtidos post-mortem) de humanos obesos ou não, se o Diabetes altera a expressão de SLC2A4/GLUT4, SLC2A2/GLUT2, SLC5A1/SGLT1, assim como de marcadores inflamatórios. (AU) | |
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