| Processo: | 18/21869-9 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 04 de março de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 03 de setembro de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia - Endodontia |
| Pesquisador responsável: | Carla Renata Sipert |
| Beneficiário: | Claudia Caroline Bosio Meneses |
| Supervisor: | Anibal Roberto Diogenes |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | University of Texas Health Science Center at San Antonio (UTHSCSA), Estados Unidos |
| Vinculado à bolsa: | 17/01737-8 - Papel de endocanabinóides na modulação de células de papila apical humana in vitro, BP.DR |
| Assunto(s): | Endocanabinoides Imunidade inata Mediadores da inflamação Biologia celular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Endocanabinóides | imunidade inata | Mediadores inflamatorios | papila apical | Biologia celular |
Resumo A papila apical desempenha um importante papel na formação das raízes durante o desenvolvimento dentário, atuando como fonte de células-tronco que se diferenciam em células responsáveis pela síntese de dentina, os odontoblastos. A inflamação pulpar em dentes imaturos, resultante de cáries ou trauma, pode levar à necrose e à interrupção da formação das raízes. Entre os mediadores inflamatórios potencialmente envolvidos nesse processo, os endocanabinóides (ECbs) anandamida (AEA) e 2-araquidonoilglicerol (2-AG) podem afetar o comportamento das células da papila apical. Portanto, o objetivo deste estudo é investigar o papel dos ECbs nos mecanismos moleculares mediados pelo receptor potencial transitório vanilóide tipo 1 (TRPV1), envolvido nas alterações fenotípicas e funcionais das células da papila apical in vitro. Cultura de células-tronco da papila apical (SCAP) serão utilizadas entre a 3ª e a 5ª passagem. As células serão pré-tratadas com capsazepina (um antagonista de TRPV1), seguido de estimulação com AEA, 2-AG ou LPS por 1, 3, 7 e 14 dias. Logo após, as células serão submetidas a ensaio de viabilidade, determinação de citocinas e quimiocinas por ELISA, vermelho de Alizarina para análise de deposição de cálcio e RT-qPCR para determinação do perfil de diferenciação celular. Para a análise estatística será utilizada análise de variância unidirecional (ANOVA), seguida de pós-teste de Tukey ou teste t de Student. Valores significativos serão definidos em p <0,05. | |
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