| Processo: | 18/23416-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 19 de dezembro de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia |
| Pesquisador responsável: | Mary Ann Foglio |
| Beneficiário: | Bruno da Fonseca dos Santos |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Analgesia Anti-inflamatórios Nanocápsulas Nanotecnologia farmacêutica Medicamentos fitoterápicos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Analgesia | anti-inflamatorio | Arrabidae chica | Fitoterápico | Nanocapsulas | Nanotecnologia Farmacêutica | Tecnologia Fitofarmacêutica |
Resumo As plantas medicinais têm sido fonte natural, há milhares de anos, para o tratamento de um amplo espectro de doenças. Está sendo amplamente proposto combinar a fitoterapia com a nanotecnologia, porque os sistemas com estruturas na escala nanométrica podem ser capazes de potencializar a ação dos extratos vegetais, reduzindo a dose e os efeitos colaterais necessários e melhorando a atividade biológica destes. A nanoencapsulação de fitocomplexos podem levar a um aporte maior das moléculas durante o período de tratamento, direcionando-o para o local de ação desejado, além de proteger o extrato frente ao oxigênio e a radiação ultravioleta. Estudos prévios mostram que o extrato de Arrabidae chica ação cicatrizante, anti-inflamatória, antiangiogênica e antiproliferativa, além de não ser genotóxico e ser biocompatível e atóxico. O objetivo deste projeto é desenvolver e caracterizar extrato de A. chica e sua incorporação em nanocápsulas poliméricas. Dentre os estudos de caracterização estão: tamanho e pontencial zeta, eficiência de encapsulação, ensaios reológicos e de textura dos hidrogéis carregadas com as nanocápsulas, estudos de liberação e permeação em células de difusão de Franz, estudos de citotoxicidade in vitro e os ensaios biológicos em modelos animais para avaliação da atividade anti-inflamatória, anti-edematogênica e nociceptiva. Por fim, os resultados esperados do uso de nanotecnologia, associadas aos hidrogéis, possam permitem a aplicação adequada sobre a pele além da possibilidade aumentar a permeação cutânea ou controlar a taxa de liberação dos fitocomplexos de A. chica, e minimizar a dose terapêutica aplicada sobre a pele. | |
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