| Processo: | 19/04799-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Exterior - Pesquisa |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2019 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica |
| Pesquisador responsável: | Giselle Cerchiaro |
| Beneficiário: | Giselle Cerchiaro |
| Pesquisador Anfitrião: | Rosanna Squitti |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Instituição Anfitriã: | Ospedale San Giovanni Calibita Fatebenefratelli, Itália |
| Assunto(s): | Neuroquímica Doenças neurodegenerativas Degeneração neural Metalômica Cobre |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | cobre | metalômica | mutações proteicas | Neurodegeneração | neuroquímica | proteinas transportadoras de metais | Bioquímica dos metais |
Resumo Fortes evidências na literatura científica sugerem que a deterioração da homeostase de metais de transição essenciais, aumentando o dano oxidativo às biomoléculas por desequilíbrio redox, está intimamente relacionada com o início, manutenção e evolução de doenças neurodegenerativas como a doença de Alzheimer, doença de Parkinson e esclerose lateral amiotrófica. Embora essas conexões sejam reconhecidas, os principais mecanismos metabólicos por trás dessas patologias permanecem desconhecidos. Nosso objetivo é determinar o mecanismo por trás do fluxo e acúmulo de metal na célula durante os estágios iniciais da doença neurodegenerativa, especialmente a doença de Alzheimer. Para atingir este objetivo, se faz necessário uma análise multidimensional, relacionando dados químicos, analíticos e metabolômicos. Para tal fato, e pensando dentro de um projeto longo e maior, a colaboração internacional com uma das maiores especialistas da área se faz necessário, assim como apontado anteriormente pela FAPESP (parecer do pedido número 2018/03781-7). Neste projeto, pretende-se estudar uma resposta molecular e química na neurodegeneração celular, através de amostras de sangue de pacientes com Alzheimer e sua relação com proteínas transportadoras de cobre, em especial com mutações na ATP7A (recém descobertas pelo grupo da Dra. Squitti). Após este estudo, feito no hospital Fatebenefratelli em Roma, Itália, em parceria com a pesquisadora líder na área, Dra. Rosanna Squitti, pretende-se no Brasil continuar a colaboração através da inserção do gene mutado da ATP7-A em células neuronais de hipocampo de rato, a fim de realizarmos estudos moleculares de interação desta célula com espécies reativas de oxigênio, com desestabilização da homeostase metálica intracelular e com o alterações no metabolismo. (AU) | |
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