| Processo: | 20/08312-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2020 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2021 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Helio Cesar Salgado |
| Beneficiário: | Luiz Gustavo Silva Cesarino |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 13/20549-7 - Avanços na regulação cardiocirculatória em condições fisiológica e fisiopatológica, AP.TEM |
| Assunto(s): | Fisiologia cardiovascular Síndrome de resposta inflamatória sistêmica Mediadores da inflamação Barorreflexo Lipopolissacarídeos Modelos animais de doenças |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | barorreflexo | Coarctação da aorta abdominal | Inflamação sistemica | Lipopolissacarídeo | Fisiologia Cardiovascular |
Resumo Pacientes hipertensos, além de apresentarem disfunção barorreflexa exibem um perfil inflamatório aumentado, sugerindo uma possível correlação entre a integridade da função barorreflexa e o sistema imune. Apesar de estudos do nosso laboratório terem mostrado o papel anti-inflamatório do barorreflexo, nenhum estudo foi conduzido explorando a ativação reflexa fisiológica do barorreflexo, em contraposição à sua ativação direta, em modelos experimentais de inflamação sistêmica. A coarctação da aorta abdominal (CAA) é uma técnica capaz de promover a ativação reflexa fisiológica do barorreflexo e pode contribuir para o melhor entendimento do potencial anti-inflamatório do barorreflexo. Assim, o presente estudo tem por objetivo avaliar o efeito da ativação fisiológica do barorreflexo, por meio da CAA em ratos não anestesiados, na resposta inflamatória sistêmica induzida pela administração de lipopolissacarídeo (LPS); assim como examinar as possíveis alterações na pressão arterial e na frequência cardíaca decorrentes da instalação da inflamação sistêmica e/ou da CAA. Para isso, sob anestesia, ratos Sprague-Dawley terão um oclusor posicionado ao redor da aorta abdominal, e a carótida e veia femoral serão canuladas. No dia seguinte, com os animais não anestesiados, serão registrados os parâmetros hemodinâmicos (pressão arterial e frequência cardíaca), realizada a CAA durante 120 s e, em seguida, administrado LPS (1,5 mg/kg, i.v.), ou salina. O registro dos parâmetros hemodinâmicos será realizado até 90 min após a administração de LPS, ou salina. Serão coletadas amostras de sangue e do baço para análise de citocinas plasmáticas e esplênicas. | |
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