| Processo: | 21/04260-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2022 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Fabiana Henriques Machado de Melo |
| Beneficiário: | Fernanda Oliveira dos Santos |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Oncologia Biologia celular Carcinoma hepatocelular Melanoma Migração Ciclo celular Diagnóstico tardio |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | invasão | melanoma | migração | sepiapterina redutase | Oncologia |
Resumo A incidência do melanoma cutâneo vem crescendo nos últimos anos devido ao aumento da expectativa de vida e da maior exposição aos raios ultravioleta. O melanoma é um câncer extremamente agressivo, apresentando alta taxa de metástases e consequentemente grande mortalidade. O diagnóstico tardio, a carência de marcadores tumorais e a ineficiência das terapias disponíveis são os principais fatores associados à alta letalidade. A alta capacidade proliferativa das células de melanoma está associada à alteração de inúmeras moléculas, entre elas, fatores de crescimento, proteínas de sinalização e reguladores do ciclo celular. Recentemente foi descrita a ação da enzima sepiapterina redutase no desenvolvimento e proliferação do neuroblastoma, carcinoma hepatocelular e câncer de mama, os resultados sugerem que essa proteína contribua para o desenvolvimento desses cânceres. Dados do nosso laboratório mostraram aumento progressivo da expressão da sepiapterina redutase ao longo da progressão do melanoma, sugerindo que essa enzima contribua para o desenvolvimento da doença. Como observamos maior quantidade de sepiapterina redutase nas linhagens de melanoma metastático, o objetivo desse trabalho é avaliar o papel da sepiapterina redutase em características adquiridas por células de melanoma mais agressivas como a migração e a invasão. | |
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