| Processo: | 21/06985-5 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2023 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Miriam Galvonas Jasiulionis |
| Beneficiário: | Carolina de Sousa Castro Silva |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Epigênese genética Plasticidade celular Melanoma Histonas Estratégias terapêuticas In vivo Técnicas in vitro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | epigenética | histonas | Maquinaria epigenética | melanoma | Plasticidade Celular | Terapia Antitumoral | Epigenética |
Resumo O melanoma cutâneo surge a partir da transformação maligna dos melanócitos da epiderme e é considerado o tipo mais grave dos tumores da pele por sua alta propensão à metástase e resistência terapêutica. Como melanomas primários e metastáticos carregam, pelo menos em parte, o mesmo conjunto de mutações driver, a reprogramação epigenética parece desempenhar papel importante na progressão e heterogeneidade tumoral. Alterações epigenéticas são modificações covalentes reversíveis que não alteram a sequência de nucleotídeos do DNA e que apresentam importante papel na regulação da transcrição gênica. Modificações pós-traducionais das histonas, proteínas associadas ao DNA que organizam a cromatina, estão entre os mecanismos epigenéticos mais estudados, juntamente com a metilação do DNA. O conhecimento acerca dos mecanismos epigenéticos envolvidos na plasticidade celular ainda é escasso. Dados prévios de nosso laboratório associam padrões de abundância de diferentes modificações de histonas e a expressão de deacetilases (HDACs), metiltransferases (HMTs) e desmetilases (HDMs) de histonas a fenótipos celulares distintos do melanoma, mesenquimal / indiferenciado e diferenciado / altamente proliferativo, de um modelo celular linear de progressão tumoral. Estudos que avaliam o uso de inibidores de metiltransferases, desmetilases e deacetilases de histonas em melanomas ainda são escassos, mas têm se mostrado bastante promissores, inclusive quando utilizados em combinação com outras terapias. O tratamento das células de melanoma de diferentes fenótipos com inibidores de HDACs, HMTs e HDMs permitirá avaliar seus efeitos in vitro em características de resistência à morte, migração, invasão e proliferação, e in vivo em características de crescimento tumoral e formação de metástases. Este estudo, que visa identificar fármacos efetivos na inibição e/ou eliminação de células de melanoma fenotipicamente distintas, poderá contribuir para o desenvolvimento de novas e mais efetivas estratégias terapêuticas para o melanoma. | |
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