| Processo: | 22/02456-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2025 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia |
| Pesquisador responsável: | Gisele Monteiro |
| Beneficiário: | Gisele Monteiro |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Tales Alexandre da Costa e Silva |
| Auxílio(s) vinculado(s): | 24/08703-5 - I Congresso Brasileiro de Biotecnologia Industrial, AR.BR |
| Assunto(s): | Biotecnologia farmacêutica Biofármacos Glicosilação Asparaginase Anticorpos Epitopos Avaliação pré-clínica de medicamentos Escherichia coli Globulinas |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alfa2-macroglobulina | anticorpos contra biológicos | asparaginase | biofármacos | glicosilação | recobrimento de epítopos | Biotecnologia Farmacêutica |
Resumo
A restrição de L-asparagina (Asn) tem sido uma estratégia eficiente para terapia de diversos canceres, especialmente os hematológicos. Clinicamente, o exemplo mais conhecido de realizar essa restrição é a aplicação da enzima L-asparaginase, responsável por hidrolisar Asn em ácido aspártico (Asp) e amônia e, secundariamente, glutamina (Gln) em ácido glutâmico (Glu) e amônia. Dados recentes mostram a relação entre a depleção de Asn e a inibição de processos de metástase, o que poderia ampliar muito o uso de ASNase para tratamento de tumores sólidos metastáticos. Contudo, em adultos, a ASNase é pouco tolerada pelo sistema imune por ser uma enzima de origem bacteriana. Dessa forma, recobrir epítopos presentes na ASNase poderia ser uma boa estratégia para superar a imunogenicidade, aumentando a possibilidade de sua aplicação clínica mais ampla. Em projetos anteriores financiados pela FAPESP (2013/08617-7 - temático; 2015/07749-2 - regular e 2018/15104-0 - regular) nosso grupo de pesquisa desenvolveu diversas versões melhoradas (biobetters) dessa enzima, bem como avaliou parâmetros pré-clínicos de algumas delas. No último auxílio FAPESP foi proposto o estudo pré-clínico de proteoformas resistentes a proteases e glicosiladas. Contudo, devido à pandemia de COVID-19 apenas o estudo das proteoformas resistentes a proteases foi concluído. Nesse projeto, o objetivo é realizar os estudos pré-clínicos da proteoforma glicosilada da erwinase (Glicoerwi), bem como sua comparação in vivo com a Erwinase produzida em Escherichia coli e sua versão peguilada. Já a enzima de E. coli, perde sua atividade ao sofrer glicosilação. Assim, outra proposta nesse projeto será a avaliação pré-clínica da asparaginase de E. coli em complexo com a ±2-macroglobulina humana. ±2-Macroglobulinas (±2Ms) estão entre os maiores e mais relevantes inibidores proteolíticos sanguíneos devido à sua capacidade universal de neutralizar um amplo espectro de endopeptidases. Alguns estudos têm apontado à possibilidade de ±2M encapsular/aprisionar proteínas e enzimas não proteolíticas e uma vez aprisionadas, essas moléculas estariam protegidas do reconhecimento de anticorpos, proteases humanas e outros componentes sanguíneos. Assim, a ±2-Macroglobulina humana pode funcionar como um veículo/carreador medicinal único podendo ser adaptado ao uso clínico para melhorar a tolerância à ASNase. (AU)
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