| Texto completo | |
| Autor(es): |
Sidnei Rinaldo Priolo Filho
[1]
;
Henrique Mesquita Pompermaier
[2]
;
Nancy Vinagre Fonseca de Almeida
[3]
;
Débora de Hollanda Souza
[4]
Número total de Autores: 4
|
| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade Federal de São Carlos - Brasil
[2] Universidade Federal de São Carlos - Brasil
[3] Universidade Federal de São Carlos - Brasil
[4] Universidade Federal de São Carlos - Brasil
Número total de Afiliações: 4
|
| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Paidéia; v. 26, n. 64, p. 235-243, 2016-08-00. |
| Resumo | |
Resumo O presente trabalho examinou, em uma amostra de crianças de uma instituição de educação infantil, a relação entre comportamentos agressivos e os tipos de atividade propostos pelas educadoras. Quatro educadoras e seus respectivos alunos foram observados, em média, por seis sessões, durante as quais realizavam atividades que podiam ser livres (sem instrução) ou dirigidas. Os comportamentos mais frequentes foram os de puxar/empurrar, disputar/tirar objeto do outro e chutar/jogar objetos, sendo que 77,61% das ocorrências de comportamento agressivo foram observadas nas atividades livres. Houve associação entre as atividades livres e comportamentos agressivos. As categorias chutar/jogar objetos, disputar/tirar objetos dos outros e tapas no rosto foram as que apresentaram associação com a atividade livre. Esses resultados apontam a necessidade de se dispensar maior atenção às atividades livres das crianças, propiciando-lhes espaço adequado para o brincar e oportunidades variadas de exploração e manuseio de objetos. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 08/57705-8 - Instituto de estudos sobre comportamento, cognicao e ensino |
| Beneficiário: | Deisy das Graças de Souza |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Temático |