| Texto completo | |
| Autor(es): |
Juliana Magalhães da Silva
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Michelle Didone dos Santos
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Raquel Quimas Molina da Costa
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Emerson Galves Moretto
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Larissa Alamino Pereira de Viveiro
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Roseli de Deus Lopes
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Sonia Maria Dozzi Brucki
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José Eduardo Pompeu
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Número total de Autores: 8
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| Afiliação do(s) autor(es): | [1] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Departamento de Fisioterapia - Brasil
[2] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Departamento de Fisioterapia - Brasil
[3] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Neurologia - Brasil
[4] Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos. Escola Politécnica - Brasil
[5] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Departamento de Fisioterapia - Brasil
[6] Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos. Escola Politécnica - Brasil
[7] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina. Departamento de Neurologia - Brasil
[8] Universidade de São Paulo. Faculdade de Medicina, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Departamento de Fisioterapia - Brasil
Número total de Afiliações: 8
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| Tipo de documento: | Artigo Científico |
| Fonte: | Arquivos de Neuro-Psiquiatria; v. 81, n. 1, p. 19-26, 2023-04-28. |
| Resumo | |
Resumo Antecedentes A orientação espacial é um domínio cognitivo frequentemente comprometido em pacientes com doença de Alzheimer (DA) e pode ser uma das suas primeiras manifestações clínicas. Alguns estudos demonstraram que a integração alocêntrica com informações espaciais egocêntricas parece prejudicada nessa patologia. Não há um consenso sobre qual a melhor forma de avaliar a orientação espacial e os testes tradicionais carecem de validade ecológica; porém, recentemente, a realidade virtual (RV) proporcionou novas oportunidades para esta avaliação. Objetivos Analisar a aplicabilidade e estabilidade de uma tarefa virtual imersiva desenvolvida para avaliar a orientação espacial, o Spatial Orientation in Immersive Virtual Environment Maze Test (SOIVET-Maze) em idosos com e sem comprometimento cognitivo leve. Métodos Quarenta e três idosos foram incluídos no estudo, 24 sem comprometimento cognitivo e 19 com comprometimento cognitivo leve. A aplicabilidade foi avaliada pelo Witmer and Singer Sense of Presence Questionnaire e um questionário para eventos adversos de cybersickness. Para avaliar a estabilidade, os participantes foram avaliados 2 vezes com intervalo de 7 a 14 dias, e o coeficiente de correlação intraclasse foi calculado entre as visitas. O teste t ou o teste de Mann-Whitney foi utilizado para comparar a aplicabilidade e estabilidade entre os grupos. Resultados Não houve diferença significativa entre os grupos quanto à aplicabilidade. Uma forte correlação entre o primeiro e o segundo dia de teste foi encontrada no grupo de comprometimento cognitivo leve. Conclusão A tarefa SOIVET-Maze apresentou excelente aplicabilidade e boa estabilidade, favorecendo sua aplicação clínica para avaliação da orientação espacial em idosos. (AU) | |
| Processo FAPESP: | 14/22348-1 - Efeitos da reabilitação virtual no controle postural, cognição e qualidade de vida de pacientes com doença de parkinson |
| Beneficiário: | José Eduardo Pompeu |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Processo FAPESP: | 16/04984-3 - Avaliação da orientação topográfica em um ambiente de realidade virtual em pacientes com comprometimento cognitivo leve |
| Beneficiário: | Sonia Maria Dozzi Brucki |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa eScience e Data Science - Regular |