| Processo: | 12/01953-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Física - Física da Matéria Condensada |
| Pesquisador responsável: | Leandro Ramos Souza Barbosa |
| Beneficiário: | Leandro Ramos Souza Barbosa |
| Instituição Sede: | Instituto de Física (IF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Proteínas Biofísica Amiloide Mapeamento de interação de proteínas Espectroscopia Espalhamento de raios X a baixos ângulos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Espalhamento de Raios-X a baixos ângulos | Espectroscopia | estrutura de proteínas | Fibrilação de Proteínas | Interação de proteínas com agentes desnaturantes | potencial de interação proteína-proteína | Biofísica |
Resumo
Nesse projeto de pesquisa estudaremos as características estruturais e espectroscópicas de proteínas em solução quando em condições de fibrilação e de pré-fibrilação. De um modo geral, este projeto de pesquisa pode ser dividido em duas etapas: a) Caracterização estrutural de agregados fibrilares e b) Estudo das propriedades físicas dos agregados durante o processo de formação das fibras. É importante mencionar que inúmeras doenças neuro-degenerativas estão associadas à formação das fibras amilóides e que até o presente momento não se conhece de forma clara quais são (e como modelar) os potenciais de interação proteína-proteína nestas condições. A fim de se obter maiores informações acerca deste sistema, utilizaremos duas conhecidas proteínas-modelo: a Lisozima e a Albumina de Soro Bovino para caracterizar os potenciais de interação proteína-proteína, durante o processo de formação da fibra. Embora se acredite que todas as proteínas podem formam estruturas tipo-fibrilares, dependendo da condição à qual são submetidas, o mecanismo de agregação pelo qual este processo é governado ainda é discutido na literatura. Neste contexto, o estudo dos potenciais de interação, tanto do ponto de vista teórico, quanto experimental, pode ser um caminho para uma maior compreensão deste processo. Para desenvolver o tema proposto, utilizaremos algumas técnicas espectroscópicas como Potencial-Zeta, Espalhamento de Luz Dinâmico, Fluorescência além de medidas de espalhamento de raios-X a baixos ângulos. A indução da formação dos agregados fibrilares será feita através de diferentes condições experimentais como variação de concentração de sais e presença de agentes externos como uréia, surfactantes e agentes indutores de estrutura secundária como o TFE. Esperamos encontrar um comportamento caractrístico dos potenciais de interação nas condições que levam essas proteínas a formarem as fibras. Acreditamos que este projeto poderá fornecer maiores informações acerca da formação das protofibrilas em especial no potencial atrativo que causa tal agregação. Gostaria também de salientar que recentemente fui contratado junto ao depatamento de Física Geral do Instituto de Física da USP, onde este projeto de pesquisa será desenvolvido. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |