| Processo: | 12/18269-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Zoologia - Morfologia dos Grupos Recentes |
| Pesquisador responsável: | Tiana Kohlsdorf |
| Beneficiário: | Priscila de Souza Rothier Duarte |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Morfologia animal Anatomia animal Osteologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autopodio | Gekkota | micro-habitat | Morfologia | osteologia | Eco-morfologia evolutiva |
Resumo A infraordem Gekkota (Squamata) corresponde a um dos grupos mais diversificados e amplamente distribuídos dos vertebrados terrestres. Dentre os aspectos mais estudados em geconídeos, destacam-se os relacionados à morfologia do autopódio no contexto da biomecânica da locomoção, bem como suas relações com a diversidade de micro-habitats ocupados pelo grupo. O autopódio desses animais pode apresentar variações na morfologia externa e osteológica que são relacionadas com a presença de estruturas subdigitais adesivas, embora essas relações não tenham sido formalmente testadas por meio de uma abordagem evolutiva e ecológica que utilize diversas espécies de Gekkota. A presente proposta de pesquisa objetiva justamente quantificar a diversidade morfológica do autopódio, utilizando aproximadamente 15 espécies de gecos representantes das famílias Sphaerodactylidae, Phyllodactylidae e Gekkonidae, com o objetivo de verificar se a anatomia de parâmetros osteológicos correlaciona-se com o formato externo do autopódio, inferindo posteriormente a relação entre essas associações (osteologia-morfologia externa) e o uso diferencial de micro-habitats. As medidas morfométricas externas serão obtidas por paquímetro e micrômetro, e as osteológicas serão inferidas a partir de radiografias do autopódio dos exemplares. A classificação das espécies quanto ao uso preferencial de micro-habitats será baseada em informações ecológicas disponíveis na literatura. Destaca-se nesse projeto a inovação de utilizar métodos comparativos refinados para inferir relações entre morfologia externa e osteológica, viabilizando a interpretação dessas associações sob a ótica da morfologia funcional e eco-morfologia. | |
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