| Processo: | 13/04151-3 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de setembro de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Geral |
| Pesquisador responsável: | Soraia Katia Pereira Costa |
| Beneficiário: | Soraia Katia Pereira Costa |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Marcelo Nicolas Muscara |
| Assunto(s): | Prurido Psoríase Sulfeto de hidrogênio |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | camundongo | doadores de sulfeto | fibras C | Prurido | Psoríase | Sulfeto de Hidrogenio | Inflamação e função sensorial |
Resumo
O prurido ou coceira, assim como a dor, é uma experiência sensorial igualmente aversiva associada ao desejo de coçar-se. Mas, ao contrário da dor, existe grande carência de estudos que exploram os estímulos ou mecanismos de ação capazes de induzir a percepção da coceira. A terapia atual para esse sintoma restringe-se na classe de fármacos anti-histamínicos, que nem sempre atua satisfatoriamente para algumas formas de prurido, comuns em doenças dermatológicas (ex. psoríase) e sistêmicas (ex. diabetes, colestase), indicando, portanto, a existência de mecanismos distintos. Desta feita, a inclusão de agentes adicionais/complementares para o tratamento do prurido se faz necessária. Por seu turno, vários estudos atuais propõem um potencial emprego anti-nociceptivo e anti-inflamatório para o sulfeto de hidrogênio (H2S), o novo gasotransmissor endógeno. Ademais, outros achados sugerem que as alterações no equilíbrio endógeno do H2S estão associadas à disfunção de células e, consequentemente, na patogênese e sintomas da diabetes. É importante acrescentar que dados prévios deste grupo mostram, pela primeira vez, que doadores de H2S inibem marcantemente o comportamento de prurido (e inflamação cutânea relacionada) evocado por histamina e composto 48/80 em pele de camundongos, indicando um novo papel farmacológico para esse gás. Todavia, a caracterização dos mecanismos de ação envolvidos no prurido agudo e tampouco crônico ainda não foi estabelecida. Desta feita, considera-se pertinente o aprofundamento dessa investigação, cujo objetivo principal compreende averiguar a atuação do H2S (exógeno e endógeno) e seus mecanismos de ação no contexto da inibição das formas aguda (ex. histamina) e crônica (ex. psoríase) do prurido e inflamação associada. Considerando-se o papel do H2S no controle sensorial e da inflamação, a execução deste estudo poderá contribuir para melhor conhecimento da fisiopatologia e farmacologia do prurido e doenças de pele relacionadas. Serão realizados ensaios in vivo e in vitro na pele de camundongos isogênicos Balb/C tratados com doadores de H2S, usando-se modelos padronizados do laboratório de prurido e ensaios inflamatórios e bioquímicos. (AU)
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