| Processo: | 13/22536-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Marcelo Queiroz Hoexter |
| Beneficiário: | Rachel Oliveira de Assis |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Etiologia Transtorno obsessivo-compulsivo Morfometria Análise sensorial Ressonância magnética |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Fenômeno Sensorial | Ressonância magnética estrutural de crânio | Transtorno Obsessivo-Compulsivo | Usp-Sps | Transtorno Obsessivo Compulsivo |
Resumo O transtorno obsessivo compulsivo (TOC) é uma doença psiquiátrica crônica e potencialmente incapacitante. Atualmente o transtorno é tido como entidade nosológica única, mas manifesta-se de modo diverso na clínica, podendo variar ao longo do tempo e entre diferentes pacientes. Essa heterogeneidade fenotípica dificulta a determinação de genes de risco, a compreensão da história natural da doença, dos substratos neurais envolvidos e a predição de melhor resposta terapêutica. A criação de subgrupos compostos de pacientes com apresentações clínicas mais homogêneas pode auxiliar em uma compreensão melhor do transtorno e dos mecanismos etiológicos por trás dele. Um subgrupo de pacientes com TOC pode ser caracterizado de acordo com a presença de fenômenos sensorias. Estes fenômenos são definidos como qualquer processo não cognitivo associado a um comportamento repetitivo em pacientes com TOC. Pacientes com fenômenos sensoriais descrevem ser acometidos por sensações físicas como desconforto nas articulações, sensações de desconforto relacionadas a tato, visão e audição, incompletude, bem como a percepção de que algo não está certo, o que motiva a realização de determinada compulsão. Seguindo essa tendência, os objetivos desse estudo são: 1) investigar se existem diferenças morfométricas cerebrais em pacientes com TOC com e sem fenômenos sensoriais e 2) investigar se gravidade destes fenômenos se correlaciona com estas alterações. Para tal, pacientes com TOC realizaram exames de ressonância magnética estrutural de crânio e foram avaliados por escalas que investigam a presença e gravidade de fenômenos sensoriais. | |
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