| Processo: | 15/00062-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Richard Charles Garratt |
| Beneficiário: | Fernanda Angélica Sala |
| Instituição Sede: | Instituto de Física de São Carlos (IFSC). Universidade de São Paulo (USP). São Carlos , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 16/24686-7 - Interação proteína-proteína envolvida na homeostase do cobre., BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Cristalografia Chaperonas moleculares Superóxido dismutase |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Chaperona de cobre para Superoxido Dismutase-1 em humanos | esclerose lateral amiotrófica | Modificações pós-traducionais | Superoxido Dismutase-1 | Cristalografia |
Resumo Superoxido dismutase-1 (SOD1) é uma metaloproteína altamente expressa que catalisa a dismutação do ânion radical superoxido à peróxido de hidrogênio e oxigênio, pela redução cíclica do cobre. Mesmo depois dos primeiros relatos de SOD1, há mais de quarenta anos, e do conhecimento de sua importância em processos celulares, pouco é entendido sobre seu mecanismo de maturação. Estudos ressaltam a importância da chaperona de cobre para a SOD1 (hCCS), que reconhece especificamente a SOD1 recém traduzida e a ativa através da inserção do íon de cobre catalítico e oxidação da ligação dissulfeto, gerando um homodímero de SOD1 maduro e estável. Mutações no gene codificador de SOD1 estão associadas a Esclerose Lateral Amiotrófica, todavia pouco se sabe sobre como essas mutações podem interferir na incorporação do metal à proteína, na oxidação da ligação dissulfeto, e/ou na interação com hCCS. Estudos que envolvem a obtenção de estruturas cristalográficas do complexo hCCS-SOD1 são desafiadores, visto que a proteína hCCS inteira tem sido descrita como de difícil cristalização. Uma combinação de mutantes envolvidas em ELA é apontado como mais cristalizável que a forma nativa. Sendo assim, este projeto pretende descrever o mecanismo pelo qual a hCCS transmite atividade e estabilidade para SOD1 e descobrir porque essa interação é comprometida no caso de Esclerose Lateral Amiotrófica. SEC-SAXS / DLS / SLS será empregado para aprimorar os alvos e descobrir como os mutantes afetam a forma e a dinâmica conformacional do complexo. Os complexos com resultados promissores serão conduzidos para ensaios de cristalização. | |
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