| Processo: | 15/06222-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Iniciação Científica |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de dezembro de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Nutrição |
| Pesquisador responsável: | Nágila Raquel Teixeira Damasceno |
| Beneficiário: | Gabriela Duarte Dias |
| Instituição Sede: | Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Diabetes mellitus Lipoproteínas Antioxidantes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adipocitocinas | capacidade antioxidante | diabetes mellitus | lipoproteína de alta densidade | Metabolismo de Lipídeos |
Resumo O diabetes mellitus (DM) representa um grupo heterogêneo de distúrbios metabólicos que apresentam em comum a hiperglicemia como resultado de defeitos na secreção e/ou ação da insulina. Em 2014, a estimativa da prevalência global de diabetes foi de 8,3%, representando 387 milhões de pessoas, enquanto no Brasil a prevalência no mesmo ano foi de aproximadamente 8,7%. Em comparação com não diabéticos, pacientes com DM2 apresentam um risco de duas a quatro vezes maior para o desenvolvimento de DCV. A dislipidemia é um importante distúrbio metabólico encontrado no DM2, sendo que a alteração lipídica mais comum nesses pacientes consiste em hipertrigliceridemia e baixo colesterol associado à lipoproteína de alta densidade (HDL-C). Estudos clínicos e epidemiológicos têm demonstrado que o baixo conteúdo de HDL-C está forte e independentemente associado com a doença coronariana. Contudo, alguns estudos têm questionado tal associação, levantando a hipótese que é necessária uma análise mais detalhada dessa lipoproteína. Além da atividade anti-aterogênica da HDL, nos últimos anos, a inibição da expressão das moléculas de adesão, os papéis antioxidante (apolipoproteínas AI, AII e a PON), anti-inflamatório e antitrombótico, captação de lipídeos e o tamanho da partícula de HDL também têm sido associados ao efeito cardioprotetor da HDL. A leptina e adiponectina são adipocitocinas que representam importantes mediadores sensibilizadores de insulina e regulam o metabolismo da glicose, através de vários mecanismos, como a promoção da secreção de insulina e armazenamento de glicose, a inibição de secreção de glucagon e a gliconeogênese hepática. Neste contexto, o presente estudo tem por objetivo avaliar a associação da leptina e da adiponectina com a capacidade antioxidante da HDL em indivíduos com diabetes mellitus do tipo 2. Trata-se de um estudo transversal. A presente proposta é um subprojeto do projeto de Doutorado da aluna Flávia De Conti Cartolano (Programa Nutrição em Saúde Pública da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo) intitulado "Impacto da suplementação de ômega 3 no tamanho, funcionalidade, capacidade antioxidante e perfil lipidômico da lipoproteína de alta densidade em indivíduos brasileiros", que está em processo de avaliação pela FAPESP (2014/24899-5). Este, por sua vez, está inserido no estudo principal "Propriedades físico-químicas da LDL e da HDL, marcadores cardiometabólicos e oxidativos podem ser modulados pelo consumo de ômega-3, ômega-6 e ômega-9 em indivíduos com risco cardiovascular intermediário?" que é um estudo clínico, aleatorizado, controlado, duplo cego e paralelo, financiado pela FAPESP (Proc. 2011/12523-2), Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Fluídos Completos (INCT-FCx 2010-2014) e do Núcleo de Apoio à Pesquisa de Fluídos Complexos (NAP-FCx 2011-2016). Desse modo destacamos que as etapas de inclusão de pacientes, caracterização demográfica, clínica, antropométrica e nutricional já foram concluídas. | |
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