| Processo: | 15/15035-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de dezembro de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Caroline Dario Capitani |
| Beneficiário: | Caroline Dario Capitani |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Aplicadas (FCA). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Limeira , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Limeira |
| Pesquisadores associados: | Marciane Milanski Ferreira |
| Assunto(s): | Beterraba Dieta hiperlipídica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | beterraba | dieta hiperlipídica | Esteatose Hepática | gliconeogênese | Nutrição |
Resumo
A obesidade é uma doença crônica de causa multifatorial e dependente da interação de fatores genéticos, sociais, comportamentais, metabólicos e culturais. Se caracteriza pelo acúmulo excessivo de tecido adiposo no organismo que se desenvolve patologicamente quando há um desequilíbrio entre a ingestão energética e o gasto de energia. Em relação aos fatores metabólicos envolvidos na obesidade, sabe-se que o controle homeostático do balanço energético corporal é realizado por populações específicas de neurônios situados, em sua maior parte, no hipotálamo. Dentre os sinalizadores periféricos que informam ao Sistema Nervoso Central (SNC) sobre o status energético corporal, destacam-se os hormônios gastrointestinais, os nutrientes, a insulina e a leptina. A resistência no SNC à ação desses dois hormônios, leptina e insulina, seria uma das principais causas para desenvolvimento da obesidade, desencadeada pela resposta inflamatória decorrente do consumo excessivo de alguns alimentos, como gorduras saturadas. A inflamação é parte crucial da patogênese de doenças crônicas não degenerativas como Doenças Cardiovasculares (DCV) e Doença Hepática Gordurosa não Alcoólica (DHGNA). Para tentar sanar os problemas secundários à obesidade, aumentar a qualidade de vida e reduzir as taxas de mortalidade, componentes alimentares e nutricionais tem sido estudados como alvos para intervenção e tratamento dessas doenças. Alguns compostos naturais alimentares, isolados a partir de frutas e hortaliças, por exemplo, desempenham papel anti-inflamatório e antioxidante podendo ser usados como coadjuvantes em situações de alterações hepáticas atuando como hepatoprotetores. Dentre os alimentos promissores, destaca-se a beterraba (Beta vulgaris L.) e seus subprodutos, como talos e folhas, ricos em compostos fenólicos. Sua ação tem sido estudada na melhora da performance, no controle do diabetes e no controle da pressão arterial. Contudo, não há trabalhos que avaliem o efeito hepatoprotetor de talos e folhas de beterraba. Diante desse contexto, o presente estudo tem como objetivo estudar o efeito de talos e folhas de beterraba (Beta vulgaris L.) adicionados à diferentes dietas em parâmetros metabólicos e função hepática de animais experimentais. (AU)
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