| Processo: | 16/04595-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2018 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria |
| Pesquisador responsável: | Roseli Gedanke Shavitt |
| Beneficiário: | Marina de Marco e Souza |
| Instituição Sede: | Instituto de Psiquiatria Doutor Antonio Carlos Pacheco e Silva (IPq). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Neuropsicologia Transtorno obsessivo-compulsivo Tratamento Crianças Adolescentes |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | adolescentes | crianças | Neuropsicologia | Transtorno Obsessivo-Compulsivo | Tratamento | Neuropsicologia |
Resumo A literatura sobre o perfil neuropsicológico de crianças e adolescentes com Transtorno Obsessivo-Compulsivo (TOC) ainda é bastante escassa e apresenta dados pouco consistentes sobre os possíveis comprometimentos cognitivos dessa população. Os prejuízos citados relacionam-se à circuitaria fronto-estriatal, sobretudo no que se refere às funções executivas e memória não verbal. Objetivos: Verificar possíveis alterações do funcionamento cognitivo de crianças e adolescentes com TOC e as associações entre as medidas neuropsicológicas, os dados clínicos e a resposta aos tratamentos medicamentoso e psicoterápico. Método: 86 pacientes com TOC e 86 controles saudáveis, com idades entre 6 e 17 anos, serão avaliados por escalas e questionários para avaliação de sintomas psiquiátricos e por uma bateria de testes neuropsicológicos. Todos os sujeitos serão submetidos a tais avaliações em um momento inicial, enquanto os pacientes, após serem randomizados entre duas possibilidades de tratamento, terapia cognitivo-comportamental em grupo ou fluoxetina, passarão por duas novas avaliações: na 14ª semana e na 28ª semana de tratamento. Hipóteses: 1) os pacientes apresentarão comprometimentos em tarefas que avaliam o planejamento, flexibilidade mental, controle inibitório e memória episódica não verbal quando comparados com indivíduos saudáveis; 2) os tratamentos influenciarão positivamente na melhora das funções cognitivas dos pacientes, sobretudo aquelas que estiverem comprometidas em relação aos controles; 3) a melhora clínica terá correlação com a melhora do desempenho neuropsicológico dos pacientes. (AU) | |
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