| Processo: | 16/10456-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 29 de março de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Fernando Barbosa Júnior |
| Beneficiário: | Lara Ferreira Azevedo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/19554-0 - Avaliação dos mecanismos associados à desregulação da homeostase energética após exposição ao bisfenol A ou S através da metabolômica não dirigida, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Expressão de proteínas Diabetes mellitus tipo 2 Dislipidemias Polifenóis Bisfenol A |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Bisfenol | contaminantes emergentes | proteômica | toxicologia experimental | toxicologia de compostos emergentes |
Resumo Pesquisas recentes têm abordado os efeitos adversos causados pelo contaminante emergente denominado bisfenol A, composto comumente empregado na fabricação de uma variedade de produtos e classificado como um desregulador endócrino, por possuir comprovada atividade estrogênica in vitro e in vivo. Com a crescente preocupação em relação à exposição ao bisfenol A, diversos países começaram a proibir seu uso em produtos de consumo e seu análogo, bisfenol S, vem sendo proposto como uma alternativa para substituí-lo. Entretanto, pouco se sabe sobre essa substância e alguns estudos demonstram que ela possui toxicidade semelhante ao bisfenol A. Atualmente, estudos demonstram que a exposição aos bisfenóis A e S pode se correlacionar com o desenvolvimento de distúrbios metabólicos, tais como diabetes mellitus tipo II e dislipidemias, todavia os mecanismos celulares e moleculares através dos quais esses compostos estariam desencadeando tais distúrbios ainda não foram bem estabelecidos, o que demonstra a necessidade de novos estudos para elucidar esses mecanismos. Dessa forma, o presente projeto busca avaliar as alterações na expressão protéica em ratos cronicamente expostos aos bisfenóis A e S. Para tanto, os animais serão divididos em 7 grupos (n=6) que receberão, através da água de beber, concentrações determinadas semanalmente de ambos os compostos, levando em consideração a média do consumo diário de água e peso médio dos animais, de forma que eles estejam expostos durante todo o experimento a aproximadamente 50 ¼g/kg/dia (concentração 1) e 500 ¼g/kg/dia (concentração 2) dos bisfenóis. Os animais serão distribuídos da seguinte maneira: (I) controle - água contendo 0,1% de etanol; (II) concentração 1 de bisfenol A; (III) concentração 1 de bisfenol S; (IV) concentração 1 de ambos os compostos (bisfenóis A e S); (V) concentração 2 de bisfenol A; (VI) concentração 2 de bisfenol S; (VII) concentração 2 de ambos os compostos. A avaliação das alterações protéicas será realizada através da análise proteômica do fígado e do pâncreas de todos os grupos expostos aos bisfenóis. Além disso, serão determinados parâmetros bioquímicos tais como, níveis plasmáticos de triglicérides, colesterol, colesterol LDL, colesterol HDL, glicose, alanina transaminase e aspartato transaminase logo após o período de exposição. Por fim, serão realizados testes de tolerância à glicose e tolerância à insulina em todos os grupos no final do período de exposição. (AU) | |
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