| Processo: | 16/12904-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 01 de janeiro de 2020 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Molecular |
| Pesquisador responsável: | Raghuvir Krishnaswamy Arni |
| Beneficiário: | Monika Aparecida Coronado |
| Instituição Sede: | Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (IBILCE). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de São José do Rio Preto. São José do Rio Preto , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 18/12659-0 - Mecanismos e Interações Moleculares de Moléculas Bioativas com a Protease NS3 do Zika Vírus - De novo drug design -, BE.EP.PD |
| Assunto(s): | Vírus Zika Biologia estrutural Ressonância magnética nuclear Moléculas bioativas Cristalografia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cristalografia | Moléculas bioativas | Proteína Não-Estrutural 3 | Ressonância Magnética Nuclear | Zika | Biologia Estrutural |
Resumo Desde 1981, a população brasileira vem apresentando epidemias de dengue, e todos os esforços de controle têm falhado. Em 2014, a febre chikungunya foi relatada pela primeira vez no país. O vírus Zika também foi relatado pela primeira vez em 2015, juntamente com um aumento do diagnóstico de microcefalia e danos cerebrais em recém-nascidos. A literatura mostra que flavivirus causam uma variedade de doenças, incluindo febre, encefalite e febres hemorrágicas. Entre as proteínas do vírus, a NS3 é uma proteína não-estrutural, apresenta um comportamento multifuncional com um domínio protease N-terminal (NS3pro), que é responsável pelo processamento proteolítico da poliproteína viral. Portanto, a proteína NS3 é a opção preferencial para inibição, ou seja, para interromper o processamento proteolítico. Os múltiplos papéis desempenhados pelas proteínas NS2B-NS3 no ciclo de vida do vírus, torna um alvo atraente para a descoberta de droga antivirais. A região N-terminal da NS3 e o seu co-fator NS2B constituem a protease que cliva a poliproteina viral. Nenhuma terapia antiviral eficaz, se encontra atualmente disponível para o tratamento de infecções por flavivírus. É urgentemente necessário o desenvolvimento de um tratamento antiviral contra estes vírus. Animais venenos contêm uma enorme variedade de moléculas que afetam os sistemas fisiológicos vitais, e essas toxinas podem ser uma terapêutica que salvam vidas. Desde a aprovação do captopril - o primeiro medicamento à base de proteína de veneno de cobra - mais de 30 anos atrás, os toxinas de venenos animais tornaram-se uma farmacopeia natural valiosa de moléculas bioativas, que fornecem compostos condutores para o desenvolvimento de novas drogas. Uma série de novas drogas está constantemente surgindo a partir deste pipeline. | |
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