| Processo: | 16/25845-1 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Alexandre da Costa Pereira |
| Beneficiário: | Juliana Morais Alvim |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Cardiologia Metabolômica Ácidos graxos Doença de Chagas Trypanosoma cruzi |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Gcms | Metabolomica | Trypanosoma cruzi | Cardiologia |
Resumo Doença de Chagas continua sendo uma importante causa de mortalidade devido a acometimentos cardíacos como dilatação e arritmias, apresentando esses pacientes um pior prognóstico em relação a pacientes com outras cardiomiopatias. Os estudos existentes são insuficientes para inibição da infecção e controle do desenvolvimento da doença na fase crônica. Dados da literatura e do grupo demonstraram que várias vias intracelulares são alteradas durante a infecção de cardiomiócitos por parasitas, sendo que as vias glicolítica, de metabolismo de ácidos graxos e de geração de estresse oxidativo parecem estar ativadas durante o processo de infecção. O estudo do papel dessas vias durante a infecção e replicação do parasita podem auxiliar no melhor entendimento do processo e sugerir alvos terapêuticos para controle da doença. O presente trabalho propõe avaliar o efeito da modulação dessas vias na taxa de infecção e no perfil de expressão gênica e metabolômica durante a infecção. Cardiomiócitos derivados de iPS serão infectados com T. cruzi em meio contendo 2-deoxiglicose, para modulação de via glicolítica; resveratrol, para modulação do estresse oxidativo e estrógenos para modulação da síntese de ácidos graxos. As taxas de infecção serão analisadas por imunofluorescência, o perfil de alteração gênica será monitorado via RNAseq e o perfil metabolômico através de dados de metabolômica. (AU) | |
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