| Processo: | 17/06994-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2019 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Patricia Pereira Coltri |
| Beneficiário: | Patricia Pereira Coltri |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Processamento de RNA MicroRNAs Expressão gênica Spliceossomos Eucariotos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | expressão gênica | microRNA | processamento de RNA | splicing | Biologia Molecular |
Resumo
O splicing é um processo fundamental para o controle da expressão gênica. Os pre-RNAs tem seus introns removidos e exons ligados devido à atividade do spliceossomo. O spliceossomo é um grande complexo ribonucleoprotéico de cerca de 2 MDa, composto por 5 snRNAs (small nuclear RNAs) e mais de 100 proteínas. A atividade catalítica do spliceossomo depende do rearranjo estrutural entre os RNAs e entre RNAs e proteínas. Mutações nos sítios de splicing ou em componentes do spliceossomo podem levar ao desenvolvimento de diferentes doenças, entre as quais estão atrofia muscular, autismo e diferentes tipos de câncer. Neste sentido, o spliceossomo pode ter um importante papel terapêutico. No genoma humano, cerca de 35% dos microRNAs (miRNAs) estão em introns. Análises recentes de espectrometria de massas de nosso grupo de pesquisa revelaram que algumas proteínas são especificamente recrutadas para spliceossomos formados em introns contendo os miRNAs 18a e 19a. Estes miRNAs fazem parte do cluster miR17-92, cuja transcrição está aumentada em diversos tipos de câncer. A nossa hipótese de trabalho é que as proteínas SF3B4, PPIA1, DDX17, ELAVL1 e hnRNP_G, especificamente detectadas na presença dos miRNAs, regulem a atividade do spliceossomo e a maturação dos miRNAs 18a e 19a. Para testar a previsão de nossa hipótese, uma série de experimentos serão combinados, nos quais estas proteínas serão super-expressas e silenciadas nas células. Espera-se que caso as proteínas interfiram no splicing, a transcrição e atividade dos miRNAs responda às alterações no nível de proteínas. Pretende-se investigar, ainda, se a presença de um fármaco inibidor do splicing altera a maturação destes miRNAs. Espera-se que, se nossa hipótese estiver correta, a presença do inibidor impeça a produção destes miRNAs. Em um contexto geral, os resultados deste trabalho contribuirão para compreender os mecanismos de regulação do splicing e ativação do spliceossomo em diferentes transcritos, dando continuidade à linha de pesquisa do laboratório. (AU)
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