| Processo: | 20/15042-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2021 |
| Data de Término da vigência: | 30 de novembro de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Silvya Stuchi Maria-Engler |
| Beneficiário: | Manoel Oliveira de Moraes Junior |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/04926-6 - Melanoma e quimiorresistência: modelos in vitro e in silico para explorar alvos terapêuticos, AP.TEM |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 23/07209-4 - Determinação da modulação da autofagia mediante inibição de CDK4/6 e hiperativação de ERK em melanoma acral, BE.EP.DR |
| Assunto(s): | Melanoma Quimiorresistência Cobre Proteínas proto-oncogênicas B-raf Citotoxicidade Técnicas in vitro |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | complexo de cobre(II) | Inibidor de Braf | melanoma | quimiorresistência | Modelos in vitro |
Resumo Melanoma é um Câncer com altas taxas de mortalidade com alta capacidade metastática, resultante de mutações em vários genes que o conferem alterações fenotípicas, com destaque para as alterações na via de sinalização das MAPK, principalmente a mutação na proteína BRAF (V600E). Além do uso de fármacos alquilantes de DNA, já é usada na clínica a terapia alvo-dirigida, representada por fármacos inibidores de moléculas pertinentes à carcinogênese, como os inibidores de BRAF (iBRAF, p. ex. vemurafenibe). No entanto, a partir de 6 meses, um número considerável de pacientes começa a apresentar sinais de resistência ao tratamento alvo-dirigido. Dessa forma, muitos candidatos a protótipos de metalofármacos vem sendo investigados quanto a seu perfil anticâncer, inclusive sobre linhagens de Melanoma. Complexos de cobre (II) já foram reportados quanto a sua capacidade de desencadear morte celular programada em células de Câncer, inclusive pleiteando uma atividade com menos efeitos adversos previstos. O grupo de pesquisa da professora Dra. Ana Maria da Costa Ferreira possui expertise no desenvolvimento de complexos metálicos bioativos, inclusive com uso de cobre (II) com atividade anticâncer, onde a partir dos trabalhos de Nunes e colaboradores (2015, 2019), reportou o desenho, síntese e avaliação de complexos de cobre (II) dinucleares sobre linhagens de Melanoma, onde apresentaram atividade citotóxica com ocorrência de perfil apoptótico e autofágico, porém seus efeitos em células resistentes à iBRAF não foram investigados. Portanto, o presente projeto tem como objetivo principal avaliar a atividade citotóxica e o mecanismo de ação do complexo de cobre (II) dinuclear [Cu2(apyhist)2(dpam)]ClO4) em modelo de células em monocamada e organotípico contendo linhagens resistentes ao iBRAF (vemurafenibe). (AU) | |
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