| Processo: | 21/10098-4 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de fevereiro de 2022 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2024 |
| Área do conhecimento: | Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Analítica |
| Pesquisador responsável: | Anderson Rodrigo Moraes de Oliveira |
| Beneficiário: | Anderson Rodrigo Moraes de Oliveira |
| Instituição Sede: | Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Ribeirão Preto |
| Assunto(s): | Praguicidas Enantiômeros Citocromo P-450 Eletroforese capilar Cromatografia líquida de alta pressão Ecotoxicidade Impactos ambientais |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | análise enantiosseletiva | Eletroforese Capilar | enantiômeros | Hplc | metabolismo in vitro | praguicidas | Separações |
Resumo
Nessa nova proposta temos como objetivos dar continuidade no projeto iniciado anteriormente (FAPESP 2018-07534-4) cuja vigência terminou em 31/03/2021. O objetivo principal desse projeto é a determinação in vitro da enantiosseletividade no metabolismo e inibição enzimática de praguicidas quirais sobre as principais enzimas do citocromo P450 (CYP450) envolvidas no metabolismo de fármacos. Esses estudos serão conduzidos com a mistura racêmica e com os enantiômeros isolados e os resultados de ambos os estudos serão comparados. Os dados cinéticos gerados (KM, VMAX, Ki) permitem a posterior realização da correlação in vitro-in vivo e predição de interações medicamentosas auxiliando assim na avaliação de risco dos praguicidas avaliados. Nossa motivação para a continuidade desse projeto reside no fato de que os estudos que realizamos com os praguicidas fenamifós, miclobutanil, fipronil, etofumesato e tebuconazol indicaram uma participação importante das enzimas do CYP450 no metabolismo desses agroquímicos e um grande potencial de inibição. Apesar de existem estudos enantiosseletivos que avaliam a toxicidade, a ecotoxicidade e o impacto ambiental dos enantiômeros de praguicidas, e embora o ser humano esteja em contato com essas moléculas (seja durante o trabalho ou através da ingestão de alimentos, ou água contaminada) estudos de inibição enzimática e predição de interações medicamentosas para a avaliação de riscos a exposição a agroquímicos ainda é pouco realizado empregando modelos humanos. Nesse sentido, nosso grupo de pesquisa foi pioneiro nesses estudos. Portanto, nessa nova proposta descrita nos próximos parágrafos, focaremos nossos estudos na análise dos praguicidas quirais protioconazol, acefato, metamidofós, penconazol e imazamox, os quais são amplamente empregados na agricultura. (AU)
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