| Processo: | 23/03097-7 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2025 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Tânia Aparecida Tardelli Gomes do Amaral |
| Beneficiário: | Liana de Oliveira Trovão |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Vinculado ao auxílio: | 17/14821-7 - Explorando novas estratégias de virulência em Escherichia coli, AP.TEM |
| Assunto(s): | Citocinas Diarreia Escherichia coli enteropatogênica atípica Muco Virulência Patogenicidade bacteriana |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | citocina | Diarréia | EPEC atípica | mucinase | Muco | Patogenicidade | Patogenicidade bacteriana |
Resumo A interação inicial entre enteropatógenos e o intestino do hospedeiro se dá por meio da camada de muco secretada pelas células caliciformes, que reveste e protege contra a ligação direta e prejudicial dos microrganismos. Cepas de Escherichia coli enteropatogênica (EPEC) são classificadas como EPEC típica (tEPEC) ou atípica (aEPEC) com base na presença de um plasmídeo de virulência denominado pEAF (EPEC adherence factor plasmid), que está presente apenas nas tEPEC. Nosso grupo demonstrou previamente que duas cepas de aEPEC (0421-1 e 3991-1) induzem aumento significativo na produção de muco, em alça ileal ligada de coelho in vivo, sendo que uma dessas cepas era capaz de degradar mucinas para sua nutrição. Esses fenômenos não foram observados com uma cepa protótipo de tEPEC. Para contribuir com o esclarecimento dos mecanismos envolvidos nesses fenômenos (indução da produção e degradação de muco intestinal) e avaliar se eles ocorrem em outras cepas de aEPEC e de outros patotipos de E. coli, o objetivo deste projeto é desenvolver umensaio em intestino de coelhos ex vivo e validar os achados em comparação com aqueles obtidos no modelo in vivo. Essa abordagem poderá favorecer o ensaio de um número maior de cepas, empregando-se menos animais. Também será padronizada a purificação de mucina humana, não disponível comercialmente, a partir de células caliciformes (LST174). A mucina purificada será usada para a pesquisa de atividade mucinolítica nas cepas patogênicas de E. coli, empregando-se ensaios in vitro. | |
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: | |
| Mais itensMenos itens | |
| TITULO | |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): | |
| Mais itensMenos itens | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |
| VEICULO: TITULO (DATA) | |