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Impacto do treinamento físico combinado no desenvolvimento das complicações cardiometabólicas e neuroimunes induzida pelo consumo de frutose em animais hipertensos

Processo: 20/07904-6
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo
Vigência: 01 de agosto de 2020 - 31 de janeiro de 2021
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Educação Física
Pesquisador responsável:KÁTIA DE ANGELIS LOBO D AVILA
Beneficiário:KÁTIA DE ANGELIS LOBO D AVILA
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse oxidativo  Hipertensão 

Resumo

Este estudo avaliou o impacto do treinamento físico combinado no desenvolvimento de complicações cardiovasculares e neuroimunes induzidas pelo consumo de frutose (10% na água potável) em ratos hipertensos (SHR). Após o desmame, os animais SHR foram divididos em 3 grupos: SHR (H), SHR + frutose (HF) e SHR + frutose + treinamento físico combinado (esteira + escada, 40-60% da capacidade máxima) (HFTC). Os parâmetros metabólicos, hemodinâmicos, autonômicos, inflamatórios e oxidativos foram avaliados nos subgrupos (n = 6 grupo/tempo) aos 7, 15, 30 e 60 dias de protocolo. O consumo de frutose (grupos H vs. HF) diminuiu a sensibilidade barorreflexa espontânea e a variância total do intervalo de pulso no dia 7 (7 a 60); aumentou o IL-6 e TNFalfa no coração (nos dias 15, 30 e 60) e a atividade da NADPH oxidase e a lipoperoxidação cardíaca (LPO) (dia 60); aumentou o peso do tecido adiposo branco, reduziu a sensibilidade à insulina e aumentou os triglicerídeos sanguíneos (dia 60); induziu um aumento adicional na pressão arterial média (PAM) (dias 30 e 60). O treinamento físico combinado impediu essas disfunções e manteve o aumento da IL-10 cardíaca (dia 7) e do equilíbrio redox da glutationa (GSH / GSSG) por todo o protocolo. Em conclusão, o treinamento físico combinado, realizado simultaneamente com o consumo exacerbado de frutose, impediu a disfunção autonômica cardiovascular precoce, provavelmente desencadeando alterações positivas na inflamação e no estresse oxidativo, resultando em um melhor perfil cardiometabólico em ratos geneticamente predispostos à hipertensão (AU)