| Processo: | 22/12834-2 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2023 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2027 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Ciência e Tecnologia de Alimentos - Ciência de Alimentos |
| Acordo de Cooperação: | Swiss National Science Foundation (SNSF) |
| Pesquisador responsável: | Joao Paulo Fabi |
| Beneficiário: | Joao Paulo Fabi |
| Pesquisador Responsável no exterior: | Ferdinand von Meyenn |
| Instituição Parceira no exterior: | Swiss Federal Institute of Technology Zurich , Suíça |
| Instituição Sede: | Faculdade de Ciências Farmacêuticas (FCF). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Polissacarídeos Epigenômica Microbioma gastrointestinal Prebióticos Pectinas Análise de célula única Expressão gênica Análise de sequência de RNA |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | colon-on-a-chip | epigenética | microbiota intestinal | pectina modificada | prebióticos | scRNAseq | Polissacarídeos bioativos |
Resumo
O consumo de fibra alimentar proveniente de frutas beneficia a saúde humana ao reduzir a incidência de doenças crônicas não transmissíveis (DCNT). As fibras solúveis dos frutos são derivadas de pectinas que podem ser modificadas quimicamente podendo exercer ação imunomoduladora no cólon. Essas pectinas modificadas bioativas são formadas por galacturonanos e galactanos de baixo peso molecular que podem interagir com receptores e proteínas das células intestinais do intestino e, assim, resultar em efeitos benéficos. Embora modelos in vitro bidimensionais tenham sido usados no passado e indicam a possível promoção da saúde dessas pectinas modificadas bioativas, melhores modelos experimentais são necessários para recapitular a fisiologia do intestino humano e estudar as interações moleculares e celulares e os mecanismos desses fatores. O objetivo principal desta proposta é estabelecer uma plataforma para avaliar as interações alimentos-saúde em modelos pré-clínicos in vitro novos e avançados (tridimensionais) e, em seguida, avaliar a relação entre a estrutura química das pectinas modificadas de duas frutas (mamão e maracujá) e seus efeitos no estado celular, transcrição, epigenoma, bem como na fisiologia intestinal e efeitos benéficos. Esses resultados serão correlacionados com os resultados de um (pequeno) ensaio clínico, para avaliar os efeitos promotores de saúde dessas pectinas in vivo e validar o modelo pré-clínico in vitro recém-estabelecido. Os resultados podem abrir novas oportunidades para o desenvolvimento de suplementos alimentares (amplamente disponíveis) que ajudarão a manter a saúde intestinal e reduzir o risco do desenvolvimento de doenças intestinais. (AU)
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