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Avaliação do metabolismo mineral de pacientes com doença renal crônica em diálise peritoneal: correlação entre parâmetros clínicos, bioquímicos e de histologia óssea

Processo: 10/06117-9
Linha de fomento:Auxílio à Pesquisa - Regular
Vigência: 01 de agosto de 2010 - 31 de janeiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Vanda Jorgetti
Beneficiário:Vanda Jorgetti
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Pesq. associados:Fabiana Giorgeti Graciolli ; Luciene Machado dos Reis ; Rodrigo Azevedo de Oliveira ; Rosa Maria Affonso Moysés
Bolsa(s) vinculada(s):10/15053-4 - Avaliação do metabolismo mineral de pacientes com doença renal crônica em diálise peritoneal: correlação entre parâmetros clínicos,bioquímicos e de histologia óssea, BP.TT
Assunto(s):Nefrologia  Nefropatias  Doença crônica  Diálise peritoneal ambulatorial contínua  Calcificação vascular  Histomorfometria óssea 

Resumo

A doença renal crônica (DRC) é freqüente e constitui-se num importante problema de saúde pública mundial. Distúrbios do metabolismo mineral-ósseo (DMO) contribuem para evolução clínica adversa desta doença, pois aumentam a morbidade e mortalidade dos pacientes. A associação entre o DMO e aumento da mortalidade apóiam -se nas crescentes evidências de que alterações da remodelação óssea favorecem o desenvolvimento de calcificações vasculares. Essas calcificações comprometem a integridade do sistema cardiovascular e o desenvolvimento de doenças cardiovasculares que são as principais causas de óbito de pacientes com DRC. Os DMO estão bem documentados nos pacientes em hemodiálise (HD). Contudo, naqueles em diálise peritoneal (DP) os estudos são raros, especialmente aqueles com biópsia óssea. Esses estudos têm limitações metodológicas e foram realizados quando o principal quelante de fósforo utilizado pelos pacientes eram à base de cálcio. Este fato, associado com o elevado teor de cálcio das soluções de diálise, aumentava a sobrecarga de cálcio nos pacientes, o que pode ter influenciado o padrão de doença óssea descrito nos estudos mais antigos. Apesar dos inúmeros marcadores bioquímicos existentes do metabolismo mineral ósseo, a biópsia óssea continua sendo o padrão ouro. Os nossos objetivos são: avaliar a prevalência dos diferentes tipos de doença óssea através da biópsia de crista ilíaca de pacientes em DP; avaliar a associação de fatores clínicos e bioquímicos com os tipos de doença óssea encontrados; determinar a prevalência de calcificações vasculares, através de radiografia de mãos e quadril; e estudar as correlações entre os DMO e os tipos de doença óssea encontrados na biópsia. Para tanto, será necessário analisar 30 pacientes com alta remodelação óssea e 30 pacientes com baixa remodelação. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
DE OLIVEIRA, RODRIGO A.; BARRETO, FELLYPE C.; MENDES, MONIQUE; DOS REIS, LUCIENE M.; CASTRO, JOAO HENRIQUE; BRITTO, ZITA MARIA L.; MARQUES, IGOR D. B.; CARVALHO, ALUIZIO B.; MOYSES, ROSA M.; JORGETTI, VANDA. Peritoneal dialysis per se is a risk factor for sclerostin-associated adynamic bone disease. Kidney International, v. 87, n. 5, p. 1039-1045, MAY 2015. Citações Web of Science: 29.

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