| Processo: | 09/17895-5 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 31 de maio de 2012 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Histologia |
| Pesquisador responsável: | Estela Sasso Cerri |
| Beneficiário: | Estela Sasso Cerri |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FOAr). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araraquara. Araraquara , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Araraquara |
| Assunto(s): | Histologia animal Reprodução animal Anfíbios Rã-touro Espermatogênese Imuno-histoquímica Células-tronco Sazonalidade |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anfíbios | célula-tronco | espermatogênese sazonal | imuno-histoquímica | Ras | Testosterona | Biologia da Reprodução |
Resumo
Nos anfíbios, a espermatogênese e a esteroidogênese variam de acordo com a sazonalidade. No inverno, as células intersticiais de Leydig são escassas e quiescentes. Entretanto, nos lóbulos seminíferos, as espermatogônias primordiais (EP) são fortemente imuno-positivas para testosterona. Em alguns sapos, tem sido demonstrado que a testosterona é convertida em estrógeno pela enzima aromatase e que este hormônio (estrógeno) apresenta um importante papel sobre a espermatogênese. Portanto, será proposto avaliar os níveis séricos de testosterona, bem como localizar a testosterona no citoplasma das EP e avaliar se este hormônio é mantido nestas células via receptor de andrógeno (AR) ou proteínas ligantes deste hormônio (SHBG/ABP). Além disso, será também proposto avaliar a atividade mitótica (PCNA) das EP em períodos sazonais distintos, bem como a possível participação da aromatase e, portanto, do estrógeno, nestas células. Sendo assim, dezesseis rãs-touro adultas do sexo masculino serão coletadas no inverno (GI; n=8) e verão (GV; n=8). Os testículos serão fixados e processados para inclusão em historesina e parafina. Nos cortes de parafina, serão realizadas as reações imuno-histoquímicas para a detecção de: GFRalfa-1 (para comprovar se as EP são células-tronco), SHBG/ABP, AR, aromatase e PCNA. A atividade mitótica das EP será avaliada pela quantificação do nº de EP/mm2 de lóbulo seminífero, bem como pelo nº. de EP PCNA-positivas. Alguns fragmentos testiculares serão processados para a microscopia eletrônica de transmissão. Nos cortes ultrafinos, será realizada a reação imunocitoquímica para detecção de testosterona a fim de avaliar a localização deste hormônio no citoplasma das espermatogônias primordiais. (AU)
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