| Processo: | 11/12700-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2013 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Samuel Katsuyuki Shinjo |
| Beneficiário: | Samuel Katsuyuki Shinjo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Reumatologia Autoanticorpos Doenças musculares |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Autoanticorpos | autoanticorpos miosite-associados | autoanticorpos miosite-específicos | dermatomiosite | miopatias inflamatórias | polimiosite | Reumatologia |
Resumo
As miopatias inflamatórias idiopáticas (MII) são um grupo heterogêneo de doença autoimune crônica, sistêmica, associada à alta morbidade e à incapacidade funcional. Considerando as características clínicas e histopatológicas, as MII podem ser classificadas em polimiosite (PM), dermatomiosite (DM), dermatomiosite juvenil (DMJ), miosite por corpúsculo de inclusão (IBM), miosite associada à neoplasia e miosite associada a outras colagenoses. A etiologia tanto da DM como da PM permanece desconhecida, mas acredita-se ser multifatorial envolvendo fatores genéticos, imunológicos e ambientais. Assim, a presença de infiltrados linfocitários no tecido muscular na maioria dos pacientes com MII, bem como de autoanticorpos miosite-específicos ou miosite-associados na circulação e em depósitos nas células endoteliais de vasos sanguíneos detectados nas biópsias musculares, sugerem fortemente o envolvimento de processos imunológicos na patogênese das MII comprometendo a função muscular. Por outro lado, a descrição desses autoanticorpos tem permitido uma melhor caracterização das MII quanto ao diagnóstico, bem como extrapolar suas possíveis associações com manifestações clínicas, imunogenéticas, evolutivas, e de prognóstico. Entretanto, até o presente momento, não há relatos de avaliação do perfil bem como da distribuição destes autoanticorpos na população brasileira com DM / PM e sua associação clínica. Assim, seria de interesse estabelecer uma comparação do padrão de reatividade de nossos pacientes com aquele já descrito em outras populações. (AU)
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