| Processo: | 12/16277-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de outubro de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Farmacologia Bioquímica e Molecular |
| Pesquisador responsável: | Ana Maria Moura da Silva |
| Beneficiário: | Ana Maria Moura da Silva |
| Instituição Sede: | Instituto Butantan. São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Toxicologia Venenos de serpentes Bothrops Metaloproteinases Imunização passiva Envenenamento por animais peçonhentos |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | bothrops atrox | Diversidade | metaloproteinases | soroterapia | venenos | Toxinologia |
Resumo
Características filogenéticas, ontogenéticas, sexuais, ambientais ou de dieta podem alterar a composição dos venenos trazendo consequências para os envenenamentos humanos e eficácia da soroterapia. Assim, o conhecimento acurado da composição dos venenos pode conferir subsídios para escolhas cientificamente embasadas dos antígenos empregados na produção dos antivenenos, além do que, pode indicar marcadores moleculares de relevância em taxonomia ou na identificação clínica dos sintomas em pacientes envolvidos em acidentes ofídicos. Neste projeto, abordaremos o estudo da variabilidade na composição de venenos de serpentes em três diferentes níveis: 1) estabelecendo as relações entre a composição proteica e antigênica de venenos de 6 diferentes espécies de Bothrops recentemente reclassificadas em 3 diferentes gêneros; 2) caracterizando a variabilidade geográfica e interpopulacional na composição dos venenos de B. atrox coletadas no oeste do Pará, em amostras individuais de diferentes localizações ou de população simpátrica; 3) avaliando a diversidade de metaloproteinases nesses diferentes venenos e verificando se existe uma variação na função dessas toxinas em diferentes sistemas fisiológicos e em diferentes modelos animais. Os resultados obtidos nas três abordagens serão analisados em um contexto de biodiversidade, tentando entender as correlações entre taxonomia e modificações ambientais com a composição dos venenos e ainda no contexto de saúde pública, entendendo as implicações da variabilidade dos componentes dos venenos para com a fisiopatologia dos envenenamentos e eficácia dos antivenenos comerciais. (AU)
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