| Processo: | 13/20788-1 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2014 |
| Área do conhecimento: | Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade |
| Pesquisador responsável: | Marcos Antonio Machado |
| Beneficiário: | Marcos Antonio Machado |
| Instituição Sede: | Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Campinas , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Campinas |
| Vinculado ao auxílio: | 08/57909-2 - Plataforma genômica aplicada ao melhoramento de citros, AP.TEM |
| Assunto(s): | Clorose variegada dos citros Biologia molecular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Clorose variegada dos citros | Interação citros com Xylella fastidiosa | Transcriptoma de plantas infectadas | Biologia molecular |
Resumo
A clorose variegada do citros (CVC), causada pela bactéria Xylella fastidiosa, é uma das mais importantes doenças da citricultura brasileira, afetando todas as variedades de laranjas doces (Citrus sinensis L. Osb). Contudo, entre o gênero Citros existem diferentes fontes de resistência contra X. fastidiosa. Para essas espécies, identificar esses genes de defesa poderia ser um passo importante para a obtenção de variedades de laranjas doces resistentes através de cruzamentos ou engenharia genética. Para avaliar esses genes nós utilizamos tangerina Ponkan (C. reticulata Blanco) que é resistente à CVC. Desse modo, nós investigamos a expressão gênica de tangerina Ponkan um dia após infecção com X. fastidiosa, usando RNA-seq. Um conjunto de genes considerado elementos chaves na resistência foi usado para confirmar a regulação em tangerina comparada com laranja doce, qual é suscetível a CVC. Na análise de expressão gênica dos tecidos de tangerina Ponkan infectados com a bactéria, comparado com não infectados (controle), identificamos 667 transcritos reprimidos e 724 induzidos significativamente. Entre os transcritos induzidos, foram identificamos genes que codificam para proteínas similares a receptores PRR (do inglês Pattern Recognition Receptors). Adicionalmente, muitos genes envolvidos em metabolismo secundário, biossíntese e modificação da parede celular foram induzidos, bem como, na síntese de ácido abscísico, ácido jasmônico e auxina.Esse trabalho demostrou que a resposta de defesa para a percepção da bactéria envolve modificação da parede celular e ativação de vias hormonais, quais provavelmente resultam na indução de outros genes relacionados à defesa. Nós também acreditamos que a indução de genes relacionados à auxina indica que plantas resistentes inicialmente reconheçam a X. fastidiosa como um patógeno necrotrófico. (AU)
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