| Processo: | 15/02794-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Publicações científicas - Artigo |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2015 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2015 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular |
| Pesquisador responsável: | Sueli Mieko Oba Shinjo |
| Beneficiário: | Sueli Mieko Oba Shinjo |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Assunto(s): | Neoplasias Astrocitoma Expressão gênica Mutação |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | astrocitomas | expressão gênica | Idh1 | Lysyl oxidase | mutação | Câncer |
Resumo
Lisil oxidase (LOX) está envolvida em processos biológicos vitais, como motilidade e sinalização celular e regulação gênica. A desregulação desta proteína pode contribuir para formação e progressão tumoral. Embora LOX esteja envolvida na invasão, proliferação e migração em outros tipos de tumores, estudos em astrocitomas de diferentes graus são escassos. O objetivo do nosso estudo foi caracterizar a expressão por PCR em tempo real dos genes LOX, BMP1 e HIF1A em astrocytomas grau I a IV segundo a OMS em comparação com tecido cerebral não neoplásico. O perfil mutacional de IDH1 foi determinado por PCR e sequenciamento. A expressão da proteína LOX foi também analisada por imunohistoquímica. Análises funcionais de LOX foram realizados utilizando silenciamento por siRNA e o inibidor específico BAPN em duas linhagens celulares de glioblastoma. Os níveis expressão de LOX, BMP1 e HIF1A expressão foram correlacionados e analisados de acordo com a mutação de IDH1 e a sobrevida global dos pacientes com glioblastoma. Os resultados demonstraram que o aumento da expressão e atividade de LOX, BMP1 e HIF1A foram positivamente correlacionados com o grau de malignidade dos astrocytomas. A expressão da proteína LOX também aumentou de acordo com o grau de malignidade, com localização no citoplasma e núcleo e marcação de células endoteliais. Glioblastoma com mutação de IDH1 expressaram níveis menores de LOX no núcleo, enquanto que os casos com IDH1 mutados mostraram menores níveis de expressão de LOX quando comparados com casos com IDH1 do tipo selvagem. O silenciamento de LOX e a inibição por BAPN em linhagens celulares U87MG e A172 afetaram a migração, invasão e formação de colônias independente de ancoragem. Todos estes dados corroboram o papel de LOX na migração, invasão e angiogênese de astrocytomas. Além disso, a expressão LOX é influenciada pelo estado mutacional de IDH1. Este trabalho fornece novas evidências para pesquisadores com o objetivo de buscar terapias direcionadas para o controle de astrocitomas. (AU)
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