| Processo: | 15/07993-0 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de abril de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2018 |
| Área do conhecimento: | Ciências Biológicas - Microbiologia |
| Pesquisador responsável: | Kelly Ishida |
| Beneficiário: | Kelly Ishida |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Luciana Biagini Lopes |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 17/09822-4 - Encapsulamento da miltefosina em micropartículas de alginato e avaliação dos efeitos "in vitro" e "in vivo" em modelo murino de criptococose pulmonar, BP.TT |
| Assunto(s): | Miltefosina Micropartículas Alginatos Antifúngicos Modelo murino Cryptococcus Micologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | alginato | Atividade antifúngica | Cryptococcus | Micropartículas | Miltefosina | modelo murino | Micologia |
Resumo
A pesquisa de novos agentes antifúngicos continua sendo um desafio para a comunidade científica, sendo as substâncias sintéticas e produtos naturais, os objetos mais freqüentemente estudados para o desenvolvimento de antifúngicos. A miltefosina, um análogo dos aquilfosfolipídios e usada no tratamento da leishmaniose visceral, tem apresentado boa atividade antifúngica contra diferentes espécies de leveduras e fungos filamentosos. Entretanto, a miltefosina apresenta alta toxicidade. O uso da tecnologia farmacêutica, especialmente a incorporação de drogas em micro/nanopartículas, para o melhoramento da eficácia, da farmacocinética/biodisponibilidade e diminuição de toxicidade de fármacos tem sido cada vez mais empregado no desenvolvimento de novas opções para o tratamento das infecções fúngicas. Dentro deste contexto, propomos nesse projeto o encapsulamento da miltefosina em micropartículas de alginato com objetivo de, principalmente, diminuir a toxicidade, melhorar a biodisponibilidade, e explorar o efeito sinérgico com outros antifúngicos. Para isso, micropartículas de alginato com miltefosina incorporados serão produzidas pela técnica de emulsão/gelificação e analisadas por diferentes métodos biofísicos visando obter características físico-quimicas que garantam incorporação, atividade biológica e estabilidade coloidal. Posteriormente, a atividade antifúngica da miltefosina em micropartículas de alginato será avaliada "in vitro", utilizando células planctônicas e de biofilmes de Cryptococcos spp., e "in vivo", em modelo murino de criptococose pulmonar. (AU)
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