| Processo: | 16/10060-9 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Programa Equipamentos Multiusuários |
| Data de Início da vigência: | 01 de agosto de 2016 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2023 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Farmácia - Análise Toxicológica |
| Pesquisador responsável: | Bruno Lemos Batista |
| Beneficiário: | Bruno Lemos Batista |
| Instituição Sede: | Centro de Ciências Naturais e Humanas (CCNH). Universidade Federal do ABC (UFABC). Santo André , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | Santo André |
| Vinculado ao auxílio: | 14/05151-0 - Arsênio e arroz: monitoramento e estudos de (bio)remediação para segurança alimentar, AP.JP |
| Assunto(s): | Biorremediação Segurança alimentar Arsênio Arroz Xenobiótico Cromatografia líquida de alta eficiência Equipamentos multiusuários |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | arroz | arsênio | (bio)remediação | Especiação | Hplc-Icp-Ms | segurança alimentar | Química Analítica e Alimentos |
| As informações de acesso ao Equipamento Multiusuário são de responsabilidade do Pesquisador responsável | |
| Página web do EMU: | http://propes.ufabc.edu.br/cem/agendasa.html |
| Tipo de equipamento: | Caracterização de Materiais - Análises Químicas - Cromatografia líquida acoplada a espectrômetro de massa |
| Fabricante: | Agilent |
| Modelo: | 7900 ICP-MS |
Resumo
O arsênio (As) é considerado o xenobiótico mais tóxico segundo a Agência para Registro de Substâncias Tóxicas e Doenças (ATSDR) nos Estados Unidos. Dentre as espécies químicas presentes na natureza, as inorgâncias (As3+ e As5+) são as mais tóxicas ao homem e as formas metiladas são menos tóxicas (monometil arsênio, dimetil arsênio e arsenobetaína). O As, quando presente no solo, é absorvido pelas raízes do arroz, chegando até os grãos. Este cereal é um importante alimento dos brasileiros e de quase metade da população mundial sendo, portanto, uma relevante via de exposição ao As. Esta planta possui um mecanismo especial que favorece absorção de As pelas suas raízes, principalmente As3+ quando cultivado em solo do tipo irrigado. Sabe-se que o arroz consumido no Brasil possui concentração média de As >222 ng g-1 e, dependendo do local de cultivo, concentrações >300 ng g-1, valor máximo no grão segundo consulta pública da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Os principais estados produtores, Rio Grande do Sul e Santa Catarina, fazem cultivo do tipo irrigado. Estudos com fungos vêm sendo desenvolvidos no intuito de reduzir essa absorção do As pela planta do arroz explorando a capacidade desses microrganismos de bio-sorver, metabolizar e/ou bio-acumular As. Este projeto visa isolar fungos de solos utilizados no cultivo intensivo e prolongado de arroz (Oryza sativa L.), testar sua(s) capacidade(s) de resistência e atividade de absorção e/ou metabolismo in vitro e, finalmente aplicar no cultivo da planta. Através de uma metodologia de plantio experimental em vasos que simulem a irrigação no campo, espera-se desenvolver uma metodologia de cultivo de arroz diferenciada, com o uso de fungos naturalmente presente nestes solos, para redução da absorção do As pelo arroz, contribuindo assim com a redução da exposição da população ao As através do consumo do grão. (AU)
| Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre o auxílio: |
| Mais itensMenos itens |
| TITULO |
| Matéria(s) publicada(s) em Outras Mídias ( ): |
| Mais itensMenos itens |
| VEICULO: TITULO (DATA) |
| VEICULO: TITULO (DATA) |