| Processo: | 17/11806-7 |
| Modalidade de apoio: | Auxílio à Pesquisa - Regular |
| Data de Início da vigência: | 01 de setembro de 2017 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2020 |
| Área do conhecimento: | Ciências da Saúde - Odontologia |
| Pesquisador responsável: | Silvia Vanessa Lourenço |
| Beneficiário: | Silvia Vanessa Lourenço |
| Instituição Sede: | Faculdade de Odontologia (FO). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Município da Instituição Sede: | São Paulo |
| Pesquisadores associados: | Milena Monteiro de Souza Antunes ; Sheyla Batista Bologna Lopes |
| Assunto(s): | Patologia bucal Glândulas salivares Xerostomia Síndrome de Sjögren Lúpus eritematoso sistêmico Histopatologia Proteômica Metabolômica |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | lupus eritematoso | Metabolomica | proteômica | Síndrome de Sjogren | Patologia |
Resumo
A xerostomia é a sensação subjetiva de boca seca, consequente ou não à diminuição ou interrupção da função das glândulas salivares. Faz parte da complexa exocrinopatia que afeta as glândulas salivares na síndrome de Sjögren (SS) e pode ser encontrada também no lúpus eritematoso (LE). Entretanto, a patogenia da xerostomia nessas duas doenças ainda permanece desconhecida. Durante os anos de 2007 e 2009, nosso grupo realizou uma investigação clínico-patológica sobre as diferenças básicas da xerostomia na SS e no LE e demonstrou diferenças significativas das alterações nas glândulas salivares dessas doenças. Esta linha de pesquisa, com o objetivo de comparar as alterações da saliva e das glândulas salivares menores no LE e SS, visa agora aprofundar esses estudos, tentando investigar se a xerostomia em doentes portadores de LE é morfológica e bioquimicamente similar à da SS. Isto se faz relevante dada a escassez de estudos comparativos dos aspectos bioquímicos e morfológicos das glândulas salivares na SS e no LE. Este trabalho se baseará na análise histopatológica das glândulas salivares menores de doentes com SS e LE e queixa de xerostomia para avaliar possíveis alterações na função do ducto excretor. Realizaremos ainda a análise bioquímica da saliva destes doentes e faremos um estudo da expressão de proteínas na saliva por meio de análise proteômica e de seus metabólitos através da análise metabolômica. Os resultados poderão, no futuro, classificar de forma adequada a xerostomia nas diferentes doenças, com impacto no diagnóstico final e terapêutica. (AU)
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