| Processo: | 08/55420-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2009 |
| Data de Término da vigência: | 31 de março de 2012 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil |
| Pesquisador responsável: | Márcia Guimarães da Silva |
| Beneficiário: | Camila Marconi |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FMB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Citocinas Reação em cadeia da polimerase em tempo real Vaginose bacteriana |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Citocinas | Fish | Pcr Em Tempo Real | Prolisade | Sialidase | Vaginose Bacteriana |
Resumo A vaginose bacteriana (VB) é a infecção mais frequente do trato genital inferior (TGI) em mulheres em idade reprodutiva. Inúmeras complicações ginecológicas e obstétricas são associadas à VB, como a doença inflamatória pélvica, o aumento de aquisição do HIV, a corioamnionite e o baixo peso ao nascimento. A VB se caracteriza pela substituição dos lactobacilos da microbiota vaginal por outras espécies bacterianas. Estudos recentes demonstraram que várias espécies até então raramente ou nunca isoladas em laboratório são associadas à VB como Atopobium vaginae, Leptotrichia sp., Megasphaera sp. Essas espécies têm como característica comum a liberação de ácido lático. No entanto, tem sido observado que mulheres assintomáticas têm ausência de lactobacilos na microbiota vaginal e predomínio dessas espécies produtoras de ácido lático. Considerando que os casos de VB comportam-se de forma heterogênea quanto à sintomatologia e às complicações associadas, o objetivo desse trabalho é avaliar os parâmetros relacionados com a resposta imune inata local, bem como a atividade enzimática bacteriana das sialidases e prolidases, na VB com predominância de espécies ácido lático produtoras. Serão avaliadas as pacientes atendidas nos ambulatórios de Ginecologia do Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (CAISM) da Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). A detecção e quantificação relativa das espécies Atopobium vaginae, Leptotrichia, Megasphaera sp. serão realizadas pela técnica de PCR em tempo real. Além disso, esses microrganismos serão semiquantificados nos esfregaços vaginais através da técnica de FISH. Para a avaliação da resposta imune local serão quantificados os níveis das citosinas inflamatórias, IL1b, IL-6, IL-8 e TNF-a, presentes no lavado cérvico-vaginal por ELISA, além da avaliação de polimorfismos no gene da IL1b. As atividades de sialidades e prolidases serão quantificadas através de métodos enzimáticos específicos. As análises estatísticas serão realizadas respeitando os pressupostos determinados pelos resultados obtidos. (AU) | |
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