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Caracterização do eixo imune-pineal: glândula pineal como alvo para LPS

Processo: 07/06444-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2008
Vigência (Término): 31 de maio de 2010
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia Geral
Pesquisador responsável:Regina Pekelmann Markus
Beneficiário:Sanseray da Silveira Cruz Machado
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Glândula pineal   Lipopolissacarídeos   Melatonina   Cronofarmacologia

Resumo

A glândula pineal é reconhecida como uma estrutura importante na temporização interna dos mamíferos, visto que é a produtora do hormônio do escuro, a melatonina. Recentemente, foi proposto que a produção noturna de melatonina é suprimida noinício de uma resposta inflamatória, de forma a permitir uma eficiente montagem da mesma (Markus et al., 2007). Em ratos, a transcrição do gene responsável pela síntese da enzima ril-alquilamina N-acetiltransferase (AA-NAT), que é chave na viabiossintética da melatonina, está sob o controle da inervação simpática que é controlada pelo relógio biológico central (revisto por Simonneaux e Ribelayga, 2003). Esta via está ativada no escuro levando à liberação de noradrenalina. A transcrição do gene desta enzima é inibida por TNF-alfa, uma citocina pró-inflamatória que atuapela via de sinalização NFkB, presente na pineal de ratos (Ferreira et al., 2005, Fernandes et al., 2006). Considerando a relevância do entendimento do efeito de moléculas que levam a processos inflamatórios para a comprovação de que a produção de melatonina é suprimida pela resposta inflamatória, neste projeto será avaliado o efeito de lipopolissacarídeo bacteriano (LPS) sobre a funcionalidade de glândulas pineais em cultura.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
MACHADO, Sanseray da Silveira Cruz. Caracterização do eixo imune-pineal: glândula pineal como alvo para lipopolissacarídeo (LPS). 2010. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Instituto de Biociências São Paulo.

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