| Processo: | 09/16995-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2010 |
| Data de Término da vigência: | 30 de abril de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina |
| Pesquisador responsável: | Gerson Chadi |
| Beneficiário: | Juliana Milani Scorisa Salgado |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Fármacos neuroprotetores Neuroproteção Esclerose amiotrófica lateral Astrócitos Doenças neurodegenerativas Cultura primária Degeneração neural |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | astrócito | Cultura primária | Doença Neurodegenerativa | esclerose lateral amiotrófica | Neurodegeneração | Neuroproteção | Neurologia Experimental |
Resumo A Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) é uma doença neurodegenerativa de caráter progressivo e caracterizada pela morte seletiva de neurônios motores, levando rapidamente os pacientes à morte. Camundongo transgênico que expressa a superóxido desmutase 1 (SOD1) humana mutante é o modelo experimental mais aceito para o estudo da doença. Os mecanismos que levam a perda neuronal ainda são pouco conhecidos e não existe um tratamento eficaz para prolongar a vida do indivíduo. Estudos recentes indicam que as células gliais aceleram o processo neurodegenerativo, entretanto os mecanismos moleculares ainda não estão estabelecidos. Os astrócitos merecem uma atenção particular, pois apresentam intima interação com os neurônios, fornecendo suporte estrutural, metabólico e trófico. Também participam ativamente da modulação excitatória neuronal e de neurotransmissão, controlando os níveis extracelulares de íons e neurotransmissores. Para investigar os possíveis efeitos da mutação da SOD1 nos astrócitos e este efeito sob os neurônios motores, iremos avaliar a sobrevida e o trofismo do neurônio motor espinal em sistemas de co-culturas neurônio/astrócito, de origem transgênica e selvagem em várias combinações, e o efeito do meio condicionado destas células gliais sob os neurônios. Ambas as células serão extraídas da medula espinal do camundongo transgênico e não transgênico. Os astrócitos serão obtidos dos animais neonatos e adultos na fase pré-clínica da doença. As células serão imunomarcadas com marcadores específicos e neurônios imunofluorescentes visualizados por contraste de fase serão quantificados por métodos estereológicos específicos. O índice de morte neuronal será comparado à quantificação de marcadores de apoptose nas culturas de neurônios. A expressão gênica de moléculas candidatas produzidas pelos astrócitos, designadas por experimentos envolvendo análises de microarranjos de DNA feitos por outros integrantes do laboratório, será quantificada pelo PCR em tempo real e a quantidade delas será também avaliada no meio condicionado das culturas destas células da neuroglia pelo ELISA sandwich. Assim, ao finalizarmos os experimentos, saberemos por quais mecanismos os astrócitos exercem um efeito tóxico aos neurônios na ELA e teremos indicativos das moléculas responsáveis, o que poderá servir de fundamentação para o estabelecimento de novas terapias para a doença. | |
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