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Influência da suplementação com L-arginina associada ao exercício físico nos níveis plasmáticos de nitrito/nitrato, GMPc e cortisol em mulheres na menopausa

Processo: 10/14933-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2010
Vigência (Término): 31 de maio de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Nutrição - Bioquímica da Nutrição
Pesquisador responsável:Angelina Zanesco
Beneficiário:Iane de Paiva Novais
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Menopausa   Exercício físico   Pressão sanguínea   L-arginina

Resumo

O óxido nítrico (NO), formado a partir do aminoácido L-arginina, é um potente vasodilatador e desempenha papel importante no controle da pressão arterial. O controle de sua produção está diretamente relacionado a diversas doenças cardiovasculares (DCV), como a hipertensão arterial, que atinge significativamente mulheres após a menopausa. Mulheres nesta fase apresentam maior incidência de disfunção endotelial causada pela deficiência na via de produção do NO, além de alterações hormonais, como nos níveis de cortisol e testosterona, que contribuem para maior incidência de hipertensão arterial. O exercício físico é fundamental na prevenção e tratamento de DCV, e assim como a suplementação de L-arginina, pode proporcionar efeitos benéficos no sistema cardiovascular desta população, visando uma melhora na disfunção endotelial e regulação hormonal. Assim, o objetivo deste estudo será avaliar a influência do treinamento de exercício físico aeróbio e da suplementação com L-arginina nos níveis plasmáticos de nitrito/nitrato, GMPc e cortisol em mulheres hipertensas e normotensas na menopausa. Participarão deste estudo 40 mulheres acima de 50 anos sendo 20 hipertensas e 20 normotensas. As voluntárias serão submetidas a avaliação antropométrica e da aptidão aeróbia em esteira ergométrica, e posteriormente farão quatro sessões experimentais de forma aleatória. As mulheres recrutadas receberão suplementação de 15g de L-arginina ou placebo, dependendo da sessão experimental, e após uma hora desta intervenção, as voluntárias desempenharão um exercício aeróbio em esteira ergométrica de 20 min com intensidade a 100% do limiar de lactato, com exceção do dia controle sem suplementação, em que as voluntárias permanecerão em repouso sentadas. Em seguida, serão coletadas amostras de sangue venoso imediatamente após, e 45 e 90 min após o término do exercício. Além disso, a pressão arterial será medida pelo método de medida ambulatorial da pressão arterial (MAPA) por 24 horas após a prática do exercício. Após as sessões agudas, as voluntárias participarão de um treinamento aeróbio em esteira ergométrica por 8 semanas com intensidade de 90% do limiar de lactato e durações de 30 a 50 minutos, acrescentadas gradativamente. A partir das amostras sanguíneas serão medidos o perfil lipídico, as concentrações de insulina, hormônio do crescimento, IGF-1, GMPc, testosterona e cortisol, além nitrito/nitrato, glicose e lactato do plasma e/ou soro. Os resultados serão analisados pela relação entre as respostas da concentração sanguínea e tempo através da área abaixo da curva. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
NOVAIS, Iane de Paiva. Níveis plasmáticos de nitritonitrato, GMPc e cortisol em mulheres treinadas após a menopausa desafiadas com L-arginina e exercício físico. 2015. 130 f. Tese de Doutorado - Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" Instituto de Biociências (Campus de Rio Claro)..

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