| Processo: | 10/14273-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular |
| Pesquisador responsável: | Marinilce Fagundes dos Santos |
| Beneficiário: | Juliana da Costa Florim |
| Instituição Sede: | Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Cicatrização Nanotecnologia Movimento celular Proantocianidinas Diabetes mellitus |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anti-oxidantes | cicatrização | diabetes mellitus | migração celular | Nanotecnologia | proantocianidinas | Nanotecnologia |
Resumo Diabetes Mellitus (DM) é uma doença crônica que acomete mais de 150 milhões de pessoas em todo o mundo, sendo que o Brasil encontra-se entre os dez países com maior incidência desta patologia. Independentemente de sua etiologia, o DM é definido pela OMS como um grupo de desordens metabólicas caracterizadas por hiperglicemia crônica. Esta hiperglicemia causa complicações variadas, dentre elas uma deficiência no processo cicatricial que leva ao surgimento de feridas cutâneas crônicas, e acarreta enormes despesas para o sistema público de saúde. Demonstramos recentemente, pela primeira vez, que elevadas concentrações de glicose suprimem a migração de diversos tipos celulares, inclusive fibroblastos (Lamers et al., em revisão). Este efeito da glicose é, em grande parte, dependente de espécies reativas de oxigênio geradas a partir de vias metabólicas alteradas no estado hiperglicêmico (lamers et al., em preparação). Neste projeto pretendemos avaliar a eficácia do tratamento tópico com proantocianidinas, substâncias derivadas de sementes de uva, com elevado poder anti-oxidante, sobre a cicatrização cutânea em camundongos diabéticos. Como veículos neste tratamento serão utilizadas microesferas e nanofibras, ferramentas de nanotecnologia que permitem penetração dérmica eficiente e liberação sustentada. Serão avaliados a cinética de cicatrização, presença de miofibroblastos, angiogênese, alterações de matriz extracelular e expressão de diversas metaloproteinases (MMPs), sabidamente alteradas em feridas crônicas. Caso os resultados obtidos sejam satisfatórios, espera-se testar futuramente este veículo em humanos e implantar uma nova terapia para o tratamento de feridas crônicas, reduzindo assim o custo gerado por este problema ao sistema público de saúde. | |
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