| Processo: | 10/14034-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2011 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2013 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas |
| Pesquisador responsável: | Marcio Alberto Torsoni |
| Beneficiário: | Gustavo Aparecido dos Santos |
| Instituição Sede: | Diretoria de Pesquisa e Pós-Graduação. Universidade Braz Cubas (UBC). Mogi das Cruzes , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Hipotálamo Endotoxemia Endocrinologia Receptor 4 toll-like Hipoglicemia Fígado Proteínas quinases ativadas por AMP |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Ampk | Endotoxemia | fígado | Hipoglicemia | Hipotálamo | Tlr4 | endocrinologia |
Resumo O hipotálamo é uma importante região do sistema nervoso central que integra sinais hormonais e nutricionais. Ele recebe informações oriundas de tecidos periféricos através de conexões neurais e humorais. Estes sinais indicam a disponibilidade de nutrientes e das reservas energéticas em tecidos periféricos. A AMPK é uma proteína chave neste processo por ser ativada em condições de baixa disponibilidade de energia e é capaz de modular o metabolismo celular através da inibição de vias anabólicas e ativação de vias catabólicas. Sua ativação em neurônios do núcleo arqueado do hipotálamo cursa com o aumento da expressão de neuropeptídeos orexígenos, menor gasto energético e a produção de glicose hepática. A síntese hepática de glicose é um importante mecanismo de manutenção da homeostase energética e a resposta contra-regulatória desencadeada pela hipoglicemia tem importante participação da AMPK hipotalâmica. Desta maneira, a ativação da AMPK hipotalâmica é fundamental para o controle da glicemia em condições de jejum e em condições patológicas, tal como na sepse. Atualmente, os processos inflamatórios crônicos têm recebido grande atenção em estudos que procuram compreender a relação entre a obesidade, a diabetes e a redução na sinalização intracelular. Durante o quadro endotoxemia, presença de endotoxina no sangue é comum observar a hipoglicemia decorrente da inibição da produção hepática de glicose. Em condições fisiológicas a redução nos níveis de glicose no sangue leva a ativação da AMPK no hipotálamo e este efeito é importante para a eficiente resposta contra-regulatória. Portanto, danos na capacidade da AMPK hipotalâmica de ser modulada pela depleção de energia podem resultar em menor capacidade do organismo de responder a hipoglicemia desenvolvida durante a evolução do quadro de septicemia. A hipótese a ser investigada neste projeto é de que a rápida hipoglicemia desenvolvida pelos animais tratados com LPS pode ter a participação da AMPK hipotalâmica. Além disso, também será avaliada no estudo a participação de receptores hipotalâmicos do tipo TLR4, que são ativados por ácidos graxos ou LPS, na inibição da AMPK no hipotálamo e a redução na resposta contra-regulatória. | |
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