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A região ótica dos crocodyliformes, implicações evolutivas e paleobiológicas

Processo: 13/11358-3
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Data de Início da vigência: 01 de agosto de 2013
Data de Término da vigência: 28 de fevereiro de 2015
Área de conhecimento:Ciências Biológicas - Zoologia - Paleozoologia
Pesquisador responsável:Denis Otavio Vieira de Andrade
Beneficiário:Felipe Chinaglia Montefeltro
Instituição Sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Rio Claro. Rio Claro , SP, Brasil
Assunto(s):Evolução animal   Crocodilo
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Crocodyliformes | Evolução | Região ótica | Evolução

Resumo

Este projeto é dedicado ao estudo da região ótica dos Crocodyliformes visando compreender as implicações paleoecológicas e evolutivas das variações reconhecidas na região. Para atingir este objetivo, cinco principais frentes serão exploradas: o estudo da morfologia da região ótica dos Crocodyliformes recentes, o estudo da morfologia desta região nos Crocodyliformes fósseis, a paleoecologia dos Crocodyliformes, o enfoque no estudo de três táxons fósseis principais, e a filogenia de Crocodyliformes. A morfologia da região ótica dos Crocodyliformes recentes não é completamente conhecida; existem grandes lacunas no conhecimento tanto das partes de tecido mole quanto das contrapartes ósseas. No entanto, a estrutura básica desta região é encontrada em todos os grupos fósseis, mesmo que extremamente modificada em alguns grupos. As modificações são mais proeminentes nos grupos Metriorhynchidae e Baurusuchidae, que ocuparam nichos aquáticos e terrestres, respectivamente. Isto sugere que modificações da região ótica dos Crocodyliformes estejam associadas a aspectos (paleo)ecológicos dos diferentes táxons. Neste contexto, com base em um novo táxon de Metriorhynchidae da Colômbia, o Baurusuchidae Pissarrachampsa sera, um novo Caiman do Pleistoceno do Brasil, além dos táxons recentes, será possível comparar a morfologia da região ótica de táxons aquáticos, terrestres, semiaquáticos sob o espectro evolutivo. Esta abordagem fomentará uma área carente de informações, gerando uma grande quantidade de resultados, que serão obtidos com uma combinação de técnicas, incluindo CT scan, que serão disseminados em publicações especializadas.

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Publicações científicas (6)
(As publicações científicas contidas nesta página são originárias da Web of Science ou da SciELO, cujos autores mencionaram números dos processos FAPESP concedidos a Pesquisadores Responsáveis e Beneficiários, sejam ou não autores das publicações. Sua coleta é automática e realizada diretamente naquelas bases bibliométricas)
GODOY, PEDRO L.; MONTEFELTRO, FELIPE C.; NORELL, MARK A.; LANGER, MAX C.. . PLoS One, v. 9, n. 5, . (11/16007-9, 13/11358-3, 13/06811-0)
MONTEFELTRO, FELIPE C.; ANDRADE, DENIS V.; LARSSON, HANS C. E.. . Journal of Anatomy, v. 228, n. 5, p. 838-863, . (13/11358-3)
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MARSOLA, JULIO C. DE A.; BATEZELLI, ALESSANDRO; MONTEFELTRO, FELIPE C.; GRELLET-TINNER, GERALD; LANGER, MAX C.. . PALAEOGEOGRAPHY PALAEOCLIMATOLOGY PALAEOECOLOGY, v. 457, p. 221-232, . (14/03825-3, 10/14797-0, 13/23114-1, 10/19787-2, 13/11358-3)
BRONZATI, MARIO; MONTEFELTRO, FELIPE C.; LANGER, MAX C.. . ROYAL SOCIETY OPEN SCIENCE, v. 2, n. 5, . (08/57642-6, 09/50146-6, 13/11358-3, 10/04120-2)
MARSOLA, JULIO C. DE A.; GRELLET-TINNER, GERALD; MONTEFELTRO, FELIPE C.; LANGER, MAX C.. . Zootaxa, v. 3872, n. 2, p. 187-194, . (13/11358-3, 10/14797-0)