| Processo: | 14/07722-4 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de julho de 2014 |
| Data de Término da vigência: | 30 de junho de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Acordo de Cooperação: | Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) |
| Pesquisador responsável: | Marcus Vinicius Simões |
| Beneficiário: | Denise Mayumi Tanaka |
| Instituição Sede: | Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Cardiologia Cintilografia Ecocardiografia Disfunção ventricular esquerda Doença de Chagas Dipiridamol Hamsters |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Cintilografia miocárdica de perfusão | Disfunção microvascular | Disfunção Ventricular | Doença de Chagas | ecocardiograma | Hamster | Cardiologia |
Resumo A isquemia microvascular tem sido proposta com um dos mecanismos fisiopatogênicos atuantes para gerar o dano miocárdico na Cardiopatia Chagásica Crônica (CCC). Evidências derivadas de estudos clínicos e experimentais suportam a noção de que a hipoperfusão miocárdica repetitiva possa contribuir para o desenvolvimento de disfunção sistólica regional e global do ventrículo esquerdo, mediante mecanismo de hibernação miocárdica com posterior desenvolvimento de fibrose regional miocárdica. Desta forma, é cabível lançar-se a hipótese de que terapia vasodilatadora coronária utilizada para diminuir a intensidade da isquemia possa melhorar a função ventricular esquerda e retardar a progressão da disfunção miocárdica na CCC. Os objetivos do presente estudo são: avaliar os efeitos do dipiridamol (DIPI) sobre a perfusão miocárdica e a função sistólica do ventrículo esquerdo mediante emprego de métodos de imagem in vivo e, posteriormente, correlacionar esses achados com alterações histopatológicas de fibrose e inflamatórias em modelos de hamsters cronicamente infectados por T cruzi. A cardiomiopatia chagásica crônica será produzida mediante inóculo intraperitoneal de 3,5 x 100000 formas tripomastigotas de cepas Y de T cruzi. Após 6 meses de infecção, os animais serão distribuídos nos seguintes grupos experimentais: chagásicos + DIPI (n=15); chagásicos + placebo (n=15); controle + DIPI (n=15), e controle + placebo (n=15). Os animais serão submetidos aos exames de imagem (doppler-ecocardiograma e cintilografia de perfusão miocárdica) e em seguida receberão tratamento medicamentoso com dipiridamol (4mg/Kg), por via intra-peritoneal, duas vezes ao dia ou placebo (igual volume de solução salina) durante 4 semanas. Após o período de tratamento os animais serão submetidos novamente aos métodos de imagem. Posteriormente, sofrerão eutanásia para retirada de órgãos e tecidos para estudo histopatológico. (AU) | |
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